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Trump recua com lei de Obama que protegia estudantes transexuais

Em causa está a possibilidade dos jovens escolherem o balneário que usam nas escolas.

Sónia Costa

Alex Wong

Enquanto esteve na Casa Branca, Barack Obama tomou várias decisões com o intuito de melhorar as condições de vida dos transexuais.

A chegada de Donald Trump à presidência veio inverter o rumo deste cenário. Existem rumores de que, numa ação conjunta entre os departamentos de Justiça e de Educação, as escolas preparam-se para rescindir das instruções que tinham desde o mandato de Obama (que permitiam aos transexuais o acesso às casas de banho e balneários que correspondessem à sua identidade).

Quando questionado acerca desta decisão, o Secretário de Imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, referiu que essas medidas estão a ser discutidas e que se espera que em breve haja novidades.

Durante a administração Obama, os passos dados no sentido de acabar com a discriminação em torno da identidade sexual foram de grande relevância. Aliás, a questão dos balneários foi considerada uma vitória para o ex-presidente, que conseguiu que fosse implementada nas escolas financiadas pelo Estado a obrigação de tratar a comunidade trans de forma consistente com o sexo com o qual se identificam.

A oposição alega que esta liberdade de escolha pode colocar em causa a privacidade e a segurança dos outros estudantes, argumentando que "misturar os sexos em zonas assumidamente privadas, é uma forma de violência, um ataque físico à individualidade".

Por sua vez, os pais dos alunos visados pela medida dizem que, para os seus filhos, serem tratados de acordo com o género com o qual se identificam é um ponto fulcral para que se consigam integrar na comunidade escolar.

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