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Kim Kardashian suplicou aos assaltantes que a deixassem viver

Activa.pt

D.R.

Cinco meses depois de ter tido uma arma apontada à cabeça, Kim Kardashian recapitulou os momentos em que pensou que ia morrer.

As consequências do assalto, em que a socialite foi feita refém e perdeu bens avaliados em mais de nove milhões de dólares, serão reveladas na 13ª temporada de 'Keeping up with the Kardashians', como mostra uma pré-visualização daquilo a que os fãs poderão assistir todos os domingos nos Estados Unidos.

"Eles apontaram-me uma arma e eu sabia que iam alvejar-me na cabeça. Depois ele amordaçou-me com fita-cola", explicou. "[Eu disse] 'por favor, eu tenho uma família. Deixem-me viver'".

Num outro trailer divulgado pelo canal E!, Kardashian diz que os assaltantes exigiram dinheiro, ao que terá respondido "não tenho dinheiro nenhum".

"Eles arrastaram-me para o corredor, no topo de umas escadas. Foi quando eu vi a arma claramente", disse. "Eu estava a encarar a arma, a olhar lá para baixo das escadas".

Kim conta ainda às irmãs Khloé, 32, e Koutney, 37, que teve de tomar uma decisão imediata sobre o seu plano de fuga.

"Eu estava tipo 'eu tenho meio segundo para tomar esta decisão rápido. Vou correr pelas escadas abaixo e das duas uma: ou levo um tiro nas costas ou, se chegar lá abaixo e eles atirarem, se o elevador não abrir a tempo ou as escadas estiverem trancadas, então estou lixada'"

Reprodução

Na sequência do assalto, a mulher de Kanye West ficou afastada dos holofotes durante meses, até fazer uma aparição pública num workshop do seu maquilhador e amigo Mario Dedivanovic no Dubai, em janeiro. No mesmo mês, o motorista da estrela em Paris, Michael Madar, 40 e o seu irmão Gary Madar, 27, foram detidos no âmbito da investigação do crime. Ambos estavam entre as 17 pessoas detidas pelas autoridades francesas, das quais 10 foram formalmente acusadas.