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Gwyneth Paltrow não come este animal porque o considera "demasiado inteligente"

"Tive de parar de os comer porque isso me fazia imensa confusão",

Cláudia Turpin

Mike Windle

Gwyneth Paltrow não tem problemas em experimentar iguarias exóticas ou tratamentos 'fora da caixa', para manter a jovialidade. Mas há algo que está fora de questão para a atriz.

A fundadora da marca de lifestyle Goop revelou recentemente que considera o polvo "demasiado inteligente para ser comida". O assunto veio à baila quando Paltrow e os seus funcionários estavam a trocar recomendações de restaurantes num chat de grupo e um deles sugeriu encomendar churrasco de polvo.

"Eles têm mais neurónios nos seus cérebros do que nós. Tive de parar de os comer porque isso me fazia imensa confusão", disse numa série de print screens partilhados no Instagram da Goop. "Eles conseguem escapar de oceanários ao desatarraxarem as tampas dos esgotos e vão para o mar", continuou.

Embora os polvos sejam de facto animais inteligentes, as alegações da estrela não estão corretas. De acordo com o 'Scientific American', os polvos têm cerca de 500 milhões de neurónios, a maioria localizados nos tentáculos, enquanto os humanos têm cerca de 100 mil milhões.

Contudo, as palavras de Gwyneth foram o suficiente para chocar o grupo. Aliás, um dos membros questionou se o mesmo se estendia à lula.

"Tenho de parar de comer lulas", questionou o funcionário.

"Não", respondeu a atriz. "A lula é o primo burro, aparentemente".

Reprodução/Instagram

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