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Bella Hadid tem “orgulho em ser muçulmana”

A supermodelo é filha de um ex-refugiado e falou abertamente sobre o tema.

Francisco Perez

Reprodução/Instagram

Bella Hadid não tem qualquer problema em discutir um tópico que não costuma ser levantado pelas supermodelos: a sua religião.

A estrela de 20 anos revelou à revista 'Porter' de que forma o antigo estatuto do pai, outrora refugiado, mexe consigo devido à atual situação dos Estados Unidos.

Recorde-se que existem tensão social no país devido às medidas anti-imigração do Presidente Donald Trump, mais especificamente a ordem executiva que proíbe cidadãos provenientes de sete países predominantemente muçulmanos, incluindo o Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen, de entrarem nos Estados Unidos durante 90 dias.

"O meu pai era um refugiado quando chegou à América, então é um assunto que nos diz muito, para a minha irmã, para o meu irmão e para mim", disse.

O assunto mexe tanto com a família, que Bella e a irmã mais velha, Gigi Hadid, juntaram-se à marcha No Ban No Wall em Nova Iorque, em conjunto com a mãe e alguns amigos, com um cartaz no qual se lia 'somos todos humanos'.

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Mohamed Hadid, o pai das modelos, nasceu em Israel e viveu na Síria e no Líbano antes de emigrar para os EUA com 14 anos. Bella explicou ainda à 'Porter' de que forma a herança religiosa do empresário do ramo imobiliário influenciou a sua educação.

“Ele era muito religioso, rezava sempre connosco. Tenho orgulho em ser muçulmana”.

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Após a marcha No Ban No Wall, Bella falou à 'Elle' sobre essa experiência e sublinhou a importância do seu legado cultural diversificado (a mãe é holandesa).

“Já tive experiências incríveis por todo o mundo… e aprendi que somos apenas pessoas, e todos merecemos respeito e compaixão. Não deveríamos tratar as pessoas como se elas não merecessem devido às suas etnias. Não é correto. E essa mensagem, ser bondoso sempre que possível, é muito importante para mim”.

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