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Família de Ashley Graham não aceitou a sua relação interracial

A modelo fala sobre este capítulo da sua vida no livro 'A New Model: What Confidence, Beauty and Power Really Look Like'.

Cláudia Turpin

Jason Kempin

Ashley Graham tem um casamento feliz com Justin Ervin mas, antes de trocarem alianças em 2010, tiveram os seus altos e baixos.

Num excerto do novo livro 'A New Model: What Confidence, Beauty and Power Really Look Like', que chega às livrarias norte-americanas no dia 9 de maio, a modelo de 29 anos abre o coração sobre como conheceu o homem da sua vida - embora na altura não lhe parecesse que o fosse.

"Juntei-me a uma igreja. Não fui lá para encontrar um namorado; sinceramente não estava à procura de ninguém além da pessoa que eu queria ser", escreveu. "Num sábado, a minha posição de voluntária era ficar no elevador a receber as pessoas, a distribuir doces e a carregar no botão para o oitavo andar. De repente entraram dois homens. Eu nem sequer pestanejei", continuou. "Um acotovelou o outro e disse 'se não falares com ela, falo eu'. O amigo dele saiu do elevador, mas ele ficou. Encolhi os ombros. Aquele tipo não era o meu género. Mas havia algo de doce no Justin e eu estava na igreja, portanto tinha que ser educada", explicou. "Ele subiu e desceu comigo algumas vezes, e parecia ver a minha alma quando falava. Era inteligente e engraçado, e já tinha viajado pelo mundo. Portanto aceitei ir tomar um café".

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Uma das maiores provas de fogo para o casal foi o momento em que Graham decidiu apresentar o namorado à família.

"Nunca disse aos meus avós que o homem que ia levar lá a casa era negro. Inocentemente, esperei que todos fossem indiferentes à cor - o que não aconteceu", disse. "Quando os meus avós conheceram o Justin, a minha avó foi cordial mas fria. Cumprimentou-o e saiu imediatamente. Quando chegou a altura de ele ir embora, os meus avós nem sequer reconheceram a sua existência. Em vez disso, a minha avó olhou-me nos olhos, com o Justin atrás de mim, e disse, 'diz àquele tipo que eu disse adeus'. Nunca tinha visto a minha avó terna, trabalhadora e maravilhosa ser tão nociva e racista. Estava em choque".

Apesar da tensão, Erving foi cavalheiro e continuou a esforçar-se para que houvesse uma relação com os parentes da modelo.

"Como se ele não fosse compreensivo e generoso o suficiente, o Justin ligou à minha avó no 60º aniversário de casamento dela", escreveu. "Ele não é de mandar mensagens ou emails; ele é daqueles que pega no telefone e liga às pessoas, e os aniversários são importantes para ele. Depois disso, a minha avó ligou à minha mãe e disse 'nunca vais adivinhar quem me telefonou'. A partir daí, ela adorou-o. Adorou-o".

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