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Carolina Herrera pronuncia-se após homicídio do sobrinho

Reinaldo Herrera foi feito refém e assassinado na Venezuela.

Cláudia Turpin

Andrew H. Walker

A designer Carolina Herrera está a chorar a morte de um sobrinho, que foi assassinado na Venezuela, país natal da família, depois de ter sido feito refém.

Os corpos de Reinaldo Herrera, 34, e do seu parceiro de negócios Fabrizio Mendoza, 31, foram encontrados algemados dentro de uma carrinha numa autoestrada perto de Caracas. Os meios de comunicação social locais dizem que foram executados e que um grupo os raptou enquanto jantavam na cidade.

As autoridades dizem que o grupo pediu um resgate aos parentes, que foi pago. A imprensa diz ainda que os criminosos foram a casa de Mendoza e vandalizaram-na enquanto procuravam dinheiro e bens materiais.

Reinaldo tinha o mesmo nome que o marido de Carolina e era filho do seu irmão, Luis Felipe Herrera Guevara. A estilista de 78 anos, que vive em Nova Iorque, recorreu ao Instagram para deixar uma mensagem aos fãs.

"Muito obrigada pelas vossas mensagens atenciosas. Eu e a minha família agradecemos a vossa bondade", escreveu. "A nossa única esperança neste assassinato trágico do nosso jovem sobrinho Reinaldo e do seu colega Fabrizio é que sirvam para mitigar a carnificina terrível e os homicídios que são cometidos contra a nossa juventude na Venezuela. Os resultados eleitorais devem ser respeitados. A ditadura comunista tem que desaparecer".

Instagram

Apesar dos esforços da polícia para combater a criminalidade, o ano de 2016 foi o mais sangrento na história da Venezuela, tendo sido registados 70 homicídios por 100 mil residentes.

A nação tem passado por uma crise económica e social nas últimas semanas e houveram protestos violentos contra o governo socialista do presidente Nicolas Maduro. Já morreram pelo menos 39 pessoas desde abril no âmbito da violência.

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