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Jim Carrey pode ir a julgamento pela morte da namorada

Cathriona White cometeu suicídio em setembro de 2015.

Cláudia Turpin

Emma McIntyre

Jim Carrey pode ter que enfrentar um julgamento por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) devido às circunstâncias da morte de Cathriona White em 2015.

A maquilhadora e cabeleireira, que namorou com o ator de forma 'intermitente' durante três anos, foi encontrada sem vida em casa. Mais tarde, os médicos legistas fizeram saber que a causa da morte foi suicídio por overdose de analgésicos.

A mãe de White, Brigid Sweetman, processou Carrey em outubro de 2016, alegando que o comediante era o fornecedor das drogas que acabaram por matar a irlandesa de 30 anos. Além disso, acusou-o de ter "infetado Cathriona com três doenças sexualmente transmissíveis conscientemente" e de depois ter "mentido sobre o assunto, abandonando-a com a preocupação de salvar a sua imagem pública".

Nos documentos judiciais obtidos pelo E! News, Brigid diz ainda que a estrela "usou os seus 'faz-tudo' e advogados poderosos de Hollywood para intimidar e ameaçar" a filha "num esforço de silenciá-la".

Cathriona White

Cathriona White

Reprodução/Instagram

Carrey e o seu advogado, Raymond Boucher, descreveram o processo de Sweetman como uma "tentativa vergonhosa de lucrar com o suicídio da filha há muito alienada", que "escolheu pôr fim à própria vida em 2015 no terceiro aniversário da morte do seu adorado pai".

"Estas alegações falsas, irrelevantes e impróprias foram feitas com o único propósito de perseguir, envergonhar e humilhar Carrey numa tentativa de coagi-lo a chegar a um acordo imerecido", lê-se na resposta do ator.

Segundo o E! News, perante a situação delicada, a juíza Deirdre Hill do Tribunal Superior de Los Angeles precisa de mais tempo para ponderar sobre o caso e fez saber que não vai arquivá-lo como solicitado pelo advogado de Carrey. A acontecer, o julgamento terá lugar em abril de 2018 e estima-se que dure cerca de 20 dias.