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Scarlett Johansson critica estigma acerca da sexualidade feminina

"As mulheres, pelo simples facto de terem uma atitude sexual saudável, são vistas como soltas, desregradas e pegas - como pessoas sem moral".

Cláudia Turpin

Scarlett Johansson é uma mulher sem papas na língua.

A atriz, que é conhecida por defender ferozmente as causas que lhe são queridas, falou sem rodeios sobre aquilo que é, na sua opinião, um problema da sociedade em relação à sexualidade feminina.

"Quando as mulheres falam sobre desfrutar de sexo, é quase proibido", começou por dizer na história de capa da edição mais recente da 'Cosmopolitan'. "Pelo simples facto de terem uma atitude sexual saudável são vistas como soltas, desregradas e pegas - como pessoas sem moral. E são vistas como uma espécie de desviastes sexuais ou como pessoas que não têm a capacidade de estar numa relação monógama".

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Johansson também é uma grande apoiaste da Planned Parenthood, uma organização sem fins lucrativos que oferece cuidados de saúde reprodutiva nos Estados Unidos e globalmente, e do acesso aos serviços que esta fornece - outro assunto sobre o qual há muito estigma no país.

"Não há nenhum motivo pelo qual não devamos falar dos nossos direitos reprodutivos", disse à revista. "Eles são algo por que temos que lutar e continuar a proteger. Não há nada de estranho em falar sobre essas coisas. Claro, é privado e é o nosso corpo, mas de qualquer das formas devíamos acabar com o estigma".