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Kim Kardashian defende o seu direito de estrelar produções ousadas

"Não penso por um segundo que só porque alguém foi mãe, já não possa ser sensual".

Cláudia Turpin

Reprodução/Instagram

Depois de dar vida a Jackie Kennedy Onassis numa produção controversa, Kim Kardashian transformou-se novamente para encarnar outra estrela dos anos 60: Cher.

A socialite é capa da edição de setembro da 'Harper's Bazaar Arabia' na qual aparece caracterizada como "o seu ícone de estilo número um", desde os cabelos compridos, passando pelos trajes vistosos, às pestanas semelhantes a penas.

"Ela sempre teve um estilo incrível, sou obcecada por ela", contou à publicação. "Só de pensar que ela usava ela usava estes vestidos transparentes nos anos 70 e naquilo que as pessoas deviam achar na altura..", comentou.

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Embora em eras diferentes, Cher e Kim partilham o mesmo tipo de atitude no que diz respeito ao à vontade com a sensualidade na escolha dos seus looks - e em relação a não quererem saber da opinião dos outros. Atualmente, a estrela de reality TV é muito criticada por ser mãe de duas crianças e continuar a protagonizar sessões fotográficas ousadas.

"No final das contas, ainda tenho de ser eu", disse. "Se participar em sessões sensuais me faz sentir confiante, então estou confortável. Isso pode não ser apropriado para algumas pessoas, e há uma altura e lugar para tudo. Há certas coisas que mostro aos meus filhos e outras que não. Mas, geralmente, estou na boa com isso. Com moderação".

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Na entrevista, Kardashian também incentiva outras mães a fazerem aquilo que lhes dá gozo.

"Mais poder para as mães que têm um ótimo aspeto, trabalham arduamente, fazem aquilo que podem para continuarem a sentir-se sensuais, e ainda se sentem bem com elas próprias", continuou. "Não penso por um segundo que só porque alguém foi mãe, já não possa ser sensual".

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