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Meghan procura Mary Poppins em versão homem americano para cuidar do filho

De acordo com um jornal britânico, a duquesa volta a quebrar o protocolo.

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Se depender de Meghan, o sexismo não terá vez na realeza.

A duquesa de Sussex estará a pensar 'fora da caixa' no que diz respeito à pessoa que será contratada para cuidar do seu primeiro filho com Harry.

Eles estão interessados ​​em explorar a possibilidade de um babysittter do sexo masculino," conta uma fonte ao The Mirror. "O funcionário ganhará até 70 mil libras (cerca de 80,800.00€) por ano, dependendo da experiência."

Meghan também terá deixado claro que a relação da família com o contratado seria muito próxima desde o início, e que este não seria apenas mais um funcionário fardado na equipa que serve a família real.

"Isso tudo é importante para ela, ela nunca escondeu o fato de que ela é ferozmente orgulhosa de suas raízes americanas."

Uma agência em Kensington, em Londres, já estará a trabalhar arduamente na missão de encontrar a pessoa perfeita para ocupar a posição.

De recordar que, a ser verdade, a decisão da ex-atriz vai contra duas tradições da família real: a questão do género e o facto de não escolher uma ama formada na famosa Norland College, uma instituição localizada na cidade de Bath, no Reino Unido, e conhecida em todo o mundo pela formação excepcional que oferece a potenciais cuidadoras infantis. Aliás, a mulher que toma conta dos filhos de William e Kate é uma antiga discente.

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