Na educação dos seus filhos, é autoritária ou permissiva? - Activa.pt
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Responsável, logo autoritária

A autoridade é indispensável para criar sentido de responsabilidade. É necessário que os filhos saibam que existe autoridade no lar. Permissividade implica desresponsabilidade e criar o sentimento de que a mãe autoriza (permite) comportamentos com os quais não concorda. A questão central está no exercício da autoridade, que não implica necessariamente violência. A mãe pode dar um tabefe, um açoite, puxar as orelhas (o mais eficaz em público, para não chamar a atenção dos transeuntes) ou simplesmente ralhar. Não se devem banalizar os castigos corporais, que ficam reservados para as situações mais delicadas.

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Liberdade e Limites

16-06-2009 22:36 jornal AngolaPr Lituânia-Aprovada lei que proíbe divulgação da homossexualidade Vilnius - O parlamento lituano aprovou segunda-feira uma lei para a “protecção de menores” que proíbe toda a “publicidade” de relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas. A votação teve a aprovação de 77 deputados, contra três, que se opuseram e quatro abstenções. O texto considera que a informação que publicite relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas tem um efeito negativo para a saúde psicológica e para o desenvolvimento físico, intelectual e moral dos menores.

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nem sempre fazemos o que devemos

Eu estou de acordo com o facto da mãe ter que ser uma figura de autoridade... afinal as crianças necessitam de regras. Eu sou mãe de duas meninas, uma com 2 e uma com 8... a minha filha de 8 anos está sempre a pôr em causa a minha autoridade, pois como não tenho muito tempo para a mimar e brincar com ela, acabo por permitir que faça muitos dos disparates que o pai não permite. Sei que estou errada, pois não se pode compensar os filhos, permitindo deixa-los fazer tudo o que querem. Sei que tenho que impôr mais regras, afinal ela põe em causa porque necessita delas.

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Dialgo sem violencia

Sou mãe de um menino com quatro anos, e devo dizer que na minha relação com o meu filho não existe nem uma coisa nemm outra,existe sim equilibrio. Sou completamente contra os castigos fisicos e nunca os pratiquei. O meu filho faz asneiras como qualquer criança mas com dialgo ele entende o que pode e não pode fazer, e nunca me deixou envergonhada em lado nenhum. Afinal o dever dos pais e proteger e educar, e se nós não os respeitarmos eles nunca nos vão respeitar a nós.

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Anónimo

Filho dificil

Tenho dois filhos e a educação foi a mesma. O mais velho nunca me deu preocupações mas já não posso dizer o mesmo do mais novo. Tem apenas 4 anos e desde sempre foi uma criança dificil. A contrastar com uma extrema meiguice tem um lado muito complexo e dificil de lidar. Faz birras pavorosas que não se resolvem com uma palmada ( só aumenta o berreiro que nunca mais acaba). Tento o diálogo mas também parece não resultar. Como esteve sempre no ama decidi agora coloca-lo num colegio. Para além de chorar desesperadamente não comia pelo que decidi retira-lo. Preparo-me para uma nova fase complicada uma vedz que agora vai para um outro colegio. Já recorri a uma psicoloa porque sozinha ( sou mãe solteira) sinto-me incapaz de ultrapassar a situaçã. Se houver outras mães em situações similares,por favor escrevam o vosso testemunho. Pode ser que nas vossas duvidas encontre respostas para as minhas.

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A educação!!!

Tenho um filho com 7 anos,a disciplina e educação estão sempre presentes na nossa casa. Eu e o meu marido temos as mesmas regras, e se algum de nós estiver a dizer algum para o chamar a atenção mesmo que um de nós não goste não existe conflitos.Nunca lhes podemos mostrar as nossas dificuldades as crianças senão eles fazem o que querem. Regras são regras tudo que ensinarmos agora vai ser para o seu futuro. O meu filho não nós deixa ficar mal em lado nenhum é educado, e principalmente sabe reconhecer os seus erros. Em nossa casa quando ele não cumpre as regras, fica de castigo não lhe batemos mas sim retiramos algo que ele goste, e ponto final não tem direita a falar sobre o assunto. Resulta sempre já que ele ssabe que quem manda são os Pais. Os Pais hoje em dia são demasiado permisivos,com o medo de os fihos ficarem com ´traumas` de infancia, isso é uma desculpa, é mais facil dar tudo do que educar dá menos trabalho!! Adoro crianças mas quando estou em qualquer lado e uma criança faz cenas ou disparates apeteceme chamar a atençaõ de que a acompanha.

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Anónimo

A importância de educar

Sou mãe de um menino de 7 anos,inteligente,obediente,compreensivo,amoroso e um ótimo aluno,são muitas as qualidades do meu filho,embora ele seja filho de pais separados,não apresenta nenhum desequilíbrio emocional,acredito cooperar muito para a formação dele com a maneira como o educo,sendo firme nas minhas decisões,mostrando-o que criança obedece as pais,que tem limites,que tem hora para tudo,responsabilidades com escola,mantemos um diálogo aberto e de confiança,não escondo nada dele e explico tudo mostrando a verdade dos fatos de acordo com a sua idade e capacidade de entendimento,não fantasio as coisas..temos a hora de falar sério,de brincar,de nos confraternizarmos,sou muito presente no seu dia a dia,nos estudos.Acho inadimicível,criança que manda nos pais,faz o que quer._Eu mando e ele obedece,eu sou a mãe e ele o filho.Sou de atitude firme,sensata e equilibrada e meu filho é educado com muito amor,sabedoria e disciplina.Sou Luciana,mãe do Guilherme Argus(minha benção)."Ensina o teu filho no caminho q se deve andar,qd crescer ele não se esquecerá dele"

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Anónimo

os três terriveis

Ola, sou mãe de 3 crianças, uma menina de 10 anos e dois rapazes um com 3 quase 4 anos e outro com 7 meses. Do meu bebe ainda não tenho nada a dizer, como devem calcular...Da minha menina so posso dizer que ate agora tem sido uma filha muito obediente, inteligente, respeitadora e educada, com algumas parvoices pelo caminho, mas nada que eu considere fora do normal!agora, relativamente ao meu Leonardo (o do meio)...ja não sei o que fazer om ele...desde teimoso, desafiador, gozão e destemido...Tem dois lados...ora um amor de criança, que esta sempre a dar beijinhos e abraços e a dizer coisas lindas, ora insuportavel, onde ate o santo mais paciente desespera com as parvoeiras dele...Para ser muito sincera ja o castiguei, ja bati, ja ralhei, ja falei calmamente com ele, mas ele não cede.Considero me uma mãe autoritaria, as vezes ate demais, no sentido em que , quando digo algo levo ate ao fim, mesmo que eles chorem, berrem e esperneiem. Tenho muitas regras e gosto de disciplina.Posso vos dizer que a minha filha ja faz um pouco de tudo para me ajudar e faz tudo bem feito.E o Leo tem regras e tarefas para cumprir, às quais ele tenta sempre fugir e reclama todos os dias. Já não sei o que fazer e sinto que por vezes ja nem ligo porque a teimosia dele leva avante sobre o meu cansaço. Sou mãe solteira e é muito dificil.Mas tenho muito medo pelos meus filhos e pelo futuro deles. A educação de hoje sera a chave para o futuro deles amanhã...

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Teimosia

Sou mãe de uma menina da quatro anos de idade, e para dizer a verdade não sei como devo ser com a minha filha. Ela tem um temperamento muito difícil e para mim fica um pouco complicado saber como faço para que ela entenda que quando eu falo ela tem que ouvir e respeitar mas muitas vezes tenho que ter atitudes bruscas como gritar com ela.

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Anónimo

Duas personalidades diferentes

Olá,sou mãe de duas meninas,uma de quinze e outra de nove anos,as duas tiveram o mesmo tipo de educação,da mais velha não tenho razões de queixa,embora um pouco preguiçosa"quase normal nestas idades",a mais pequena é que tem sido muito difícil fazê-la entender as coisas,antes devo dizer que é hiperactiva,por mais que chame a atenção como deve se comportar não entende,são problemas a nível da escola,está sempre inquieta,e faz com que seja rotulada de mal educada,tanto por algumas professoras como por algumas colegas. Estando um dia inteiro com ela sinto-me muito esgotada psicologicamente como fisicamente,e ela sempre cheia de energia....evito muitas vezes sair porque por várias vezes acham que por ser tão irriquieta é falta de educação por parte dos pais,converso muito com ela,como deve se comportar,mas por mais que a faça entender não entende,nem lhe dando o castigo de ficar sem aquilo que mais gosta,será que não estou a saber lidar com a minha filha??

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