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Women’s March - Somos tod@s iguais!

As mulheres de todo o mundo uniram-se - e de que maneira - para protestar contra Donald Trump.

Filipa Martha Couto.

Mario Tama

No primeiro dia de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o mundo vestiu-se de cor-de-rosa pelo direito das mulheres e pelos direitos humanos.

Apesar de a organização ter agendado a marcha apenas para Washington, foram várias as cidades, em vários países, que aderiram a esta causa com milhares de manifestantes nas ruas.

“As últimas eleições insultaram e ameaçaram muitos de nós - imigrantes de todos os estratos, muçulmanos e pessoas de religiões diferentes, pessoas que se identificam como LGBT, nativos, pretos e castanhos, deficientes, sobreviventes de assédio sexual - e as nossas comunidades estão magoadas e assustadas. Somos confrontados com a questão de como seguir em frente com esta preocupação e medo a nível nacional e internacional. No espírito da democracia e em honra aos direitos humanos, da dignidade, e da justiça, juntamo-nos em diversidade para mostrar a nossa presença em números demasiado grandes para serem ignorados", fez saber a organização.

Mario Tama

Foram várias as celebridades que se uniram a esta causa e deixaram várias mensagens nas redes sociais assinaladas com os hashtags #womensmarch, #whyimarch, #WomensRightsAreHumanRights, #Wearehere, entre outros.

Justin Sullivan

Portugal não ficou de fora. Houve manifestações no Porto, Braga, Coimbra e Lisboa, e uma das celebridades que deu a cara por esta iniciativa foi Rita Ferro Rodrigues que esteve junto à Embaixada dos Estados Unidos com os restantes protestantes.

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