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"Cor-de-rosa para meninas e azul para meninos" é uma invenção recente

Esqueça tudo o que (pensa que) sabe. O stylist de celebridades Mário de Carvalho desconstrói a associação que tendemos a fazer entre cores e géneros na nossa nova rubrica.

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Numa altura em que a moda não-binária pode ser vista como uma tendência emergente, preferimos dizer que é um regresso às origens.

No século 19, muito antes de os bebés usarem (quase exclusivamente) cor-de-rosa e azul, consoante o seu género, usavam vestidos brancos ou em tons neutros, entre outros motivos, pela sua praticidade para trocar as fraldas.

Os rapazes, especificamente, usavam-nos até completarem 6 ou 7 anos, a idade com que faziam o primeiro corte de cabelo. Quer isto dizer que, em tempos, meninos e meninas eram praticamente indistinguíveis, no que ao sexo diz respeito, e esta era a norma.

Franklin Roosevelt, o 32º presidente dos Estados Unidos, em 1883

Franklin Roosevelt, o 32º presidente dos Estados Unidos, em 1883

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Então, o que mudou? E quando?

O stylist de celebridades Mário de Carvalho explica tudo no primeiro No Gender, a nossa nova rubrica de moda, na qual as dicas não vêm géneros.

Veja a resposta, no vídeo.

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