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De acordo com os homens, é isto que estamos a fazer errado no sexo oral

Uma crítica construtiva?

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Nutnarin Khetwong

Ver demasiada pornografia (ou pior: acreditar na veracidade de tudo o que vê) ou, simplesmente, comparar a sua performance sexual com a dos seus amigos, baseando-se em conversas que tenham, pode ter efeitos bastante negativos. E o sexo oral é uma das áreas que mais sofre com este questionamento das nossas capacidades.

Tudo isto porque, de acordo com um recente inquérito online, realizado pela Superdrug, que contou com participantes americanos e europeus, estamos a tentar demasiado, na hora H (ou pré H). Ora, em média, os resultados mostram que as mulheres acreditam que o sexo oral (realizado aos homens) deve durar mais tempo, quando comparado com o tempo estimado pelos próprios participantes do sexo masculino.

Mais especificamente, as mulheres responderam, em média, que o sexo oral deveria durar 11 minutos, enquanto que os homens só esperam que dure cerca de 9. E se está, neste momento, a pensar que esta estimativa é, de qualquer forma, elevada, não é a única.

"Estas estimativas e preferências parecem-me muito altas. É possível que sobrestimemos quanto as experiências duram, quando estamos a desfrutar do momento, mas também é possível que queiramos que dure mais porque estamos a gostar", referiu, à Health, a dra. Jessica O'Reilly. E a "pressão" relativa à duração destes momentos pode também contribuir para elevar as expectativas.

Outra questão abordada no estudo foi o pós-sexo oral. Isto é, a ejaculação. Na pornografia, é habitual que as mulheres engulam o sémen do companheiro - e mostram gostar de o fazer. Mas esta não é a realidade geral. E o estudo mostrou que a maioria dos homens desfruta do momento em si, independentemente deste final.

De acordo com alguns especialistas, questionados pela Health, estas são as melhores dicas para um sexo oral prazeroso: mostrar entusiasmo, fazer contacto visual, usar lubrificante, ser egoísta (afinal, também temos de ter prazer ao fazê-lo), experimentar movimentos diferentes e fazer apenas aquilo com que estamos confortáveis. No fundo, a lição é: menos expectativas, mais diversão.

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