Espaço Nutrição-Saúde para gatos e Cães: Como aumentar o apetite de gatos com doença renal

"Tenho um gato com 15 anos e com doença renal crónica que, nos últimos tempos, tem perdido peso porque tem falta de apetite. O que posso fazer para o incentivar a comer?"

Inês Barbosa, médica veterinária e formadora/ Departamento de Comunicação Royal Canin
06 Novembro 2013, 16:15

A doença renal crónica ocorre quando os rins perdem a capacidade para realizar as suas funções, provocando uma acumulação de resíduos metabólicos no organismo e um desequilíbrio das concentrações de minerais no sangue. Esta doença caracteriza-se por uma perda irreversível e progressiva da função renal que afeta principalmente animais maturos (1 em cada 3 gatos com mais de 12 anos sofre de doença renal crónica).  

O tratamento dos animais com doença renal crónica baseia-se no controlo da evolução da doença e dos sintomas associados, sendo o maneio alimentar um fator chave no acompanhamento destes animais. Foi comprovado que uma alimentação adequada ajuda a atenuar a progressão da doença e, por conseguinte, aumenta a esperança de vida dos animais afetados.

A perda de apetite que refere é um dos sintomas que podem afetar os doentes renais e que está relacionada com a acumulação de resíduos metabólicos que não são eliminados de forma eficaz pelo rim e que possuem uma ação irritante sobre as membranas mucosas, dando origem a náusea e alterações digestivas. Os alimentos RENAL da Royal Canin são formulados para animais com doença renal, sendo caracterizados por uma elevada apetência, que estimula a ingestão alimentar, e um teor proteico adequado com incorporação de proteínas de elevada qualidade que permite reduzir a quantidade de resíduos metabólicos produzidos e, desta forma, contornar alguns dos sintomas característicos desta doença.

Deixamos-lhe algumas dicas para tornar o alimento do seu gato ainda mais atrativo:

- Aquecer ligeiramente os alimentos húmidos (o aumento da temperatura do alimento torna o seu aroma mais intenso e, por isso, mais atrativo para o gato);

- Reduzir todas as potenciais fontes de stress e respeitar a rotina diária do gato;               

- Dividir a dose diária de alimento em várias refeições. A embalagem bem fechada e armazenada em local próprio ajuda a preservar as características que conferem a apetência do alimento. Se o alimento ficar ao ar vai perdendo estas características;

- Respeitar o período de transição alimentar. Quando queremos oferecer ao animal um alimento novo temos de o introduzir de forma gradual, ao longo de 7 a 10 dias, para evitar a recusa alimentar e alterações gastrointestinais.

Os animais com doença renal devem ser acompanhados de forma regular pelo médico veterinário para uma monitorização da evolução da doença e uma adaptação da prescrição de acordo com o seu estado clínico. A estabilização médico-veterinária é fundamental para ajudar a reverter a anorexia, por isso, sugiro que visite o seu médico veterinário assistente.

O espaço Nutrição-Saúde é para si. Pode enviar as suas dúvidas sobre a alimentação do seu gato ou do seu cão para nutricaosauderoyalcanin@gmail.com. Vamos procurar responder à sua questão.

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

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