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O nível de pH da vagina desempenha um papel essencial em mantê-la saudável. Contudo, existem vários fatores naturais e ambientais que podem afetar essa escala, levando ao aparecimento de sintomas desconfortáveis como, por exemplo, comichão, ardor, irritação, vermelhidão, odores desagradáveis e até mesmo dores. 

Nenhuma mulher está imune a estes problemas – e é quase certo que vai experienciar pelo menos um deles ao longo da vida. Para além de não ser algo divertido, o desconforto vaginal pode ter impactos físicos, emocionais e na confiança sexual bastante significativos. Por isso mesmo, a prevenção é sempre melhor do que a cura e o conhecimento nunca é demais.

O que é o pH vaginal? 

O pH mede o quão alcalino ou ácido algo é numa escala de 0 a 14. O número sete é a mediana: qualquer coisa abaixo disso é ácida e qualquer coisa acima é alcalina. O pH da vagina é afetado por bactérias provenientes do intestino, sangue da menstruação e irritantes externos, como tampões, lubrificantes ou sémen.

Qual é o nível considerado normal?

A vagina está no seu estado mais saudável se mantiver um pH mais baixo do que o do resto do corpo. O nível considerado normal está entre 3.8 e 4.5. No entanto, esses valores  podem ser temporariamente afetados por agentes externos, como os já mencionados sémen e sangue menstrual, que são mais alcalinos. Basicamente, o pH vaginal da mulher em idade fértil, após a puberdade e até à menopausa, é ácido.

O que acontece quando há um desequilíbrio?

É muito pouco provável que o pH se torne demasiado ácido. No entanto, um pH muito alcalino é um problema comum. Isto permite o crescimento de bactérias prejudiciais e aumenta o risco de infeções, como a vaginose bacteriana.

Como já referimos, o sangue e o sémen que entram no corpo através do sexo desprotegido podem aumentar os níveis de pH. Os antibióticos também têm potencial para contribuir, porque matam tanto as as bactérias boas como as más de que precisamos para manter a vagina saudável. Por fim, o duche (ou irrigação) vaginal acarretam um impacto negativo, perturbando o pH e facilitando o crescimento de bactérias nocivas.

Como posso manter a saúde íntima?

São muitos os cuidados a adotar, começando pela escolha de roupa interior confortável e, de preferência, feita de algodão. Lembre-se de que a fricção da pele com o tecido e a transpiração pode causar irritação e até mesmo infeções. Em segundo lugar, mas não menos relevante, tenha atenção à depilação. A prática em si não tem nenhuma contraindicação, mas deve ser feita com cautela e, se possível, por um profissional, de modo a evitar criar problemas numa área tão delicada.

De sublinhar também a importância do sexo seguro. O uso de preservativos – masculino ou feminino – ajuda a proteger contra doenças sexualmente transmissíveis e, além disso, impede a introdução de bactérias nocivas na vagina. Por fim, a higiene também é algo a ter em conta. Hoje em dia já existem vários produtos específicos para uma rotina completa de cuidado íntimo, seno que destacamos a gama Intima Protect, da Durex.

Segundo um estudo conduzido pela marca, embora 84% das mulheres considere a higiene íntima muito importante, uma em cada cinco afirma nunca ter falado sobre o assunto. Com esta linha, a empresa pretende quebrar o silêncio e melhorar o bem-estar sexual do público feminino. Todos os produtos contêm uma fórmula especialmente criada para garantir a manutenção do equilíbrio natural do pH da vagina, ajudando a prevenir desconfortos. 

Por exemplo, pode usar o gel íntimo refrescante ou as toalhitas diariamente para manter o equilíbrio vaginal. Qualquer um deles proporciona uma sensação agradável, refrescante e confortável. No quarto, vai querer ter o lubrificante desta coleção na mesinha de cabeceira, bem como o gel íntimo refrescante, que garante um alívio rápido do desconforto íntimo antes e depois do sexo. Porque a confiança trabalha-se de dentro para fora.

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