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Aproveitar o melhor do sol Não! Não, o melhor do sol não é pôr-se à torreira na Caparica entre a 1 e as 3 da tarde! Primeiro porque o nadador-salvador foi almoçar, e depois porque é muito mau para a pele. Olhe bem para aquelas pessoas que apanham muito sol, e repare bem como é que está a cara delas. Caso ainda não saiba, o sol é o pior inimigo da pele, e é o principal agente de envelhecimento. Pode apanhar um bocadinho porque ninguém vai passar o Verão fechada em casa a jogar à sueca, mas por favor, escolha um factor de protecção alto e esqueça os óleos para bebé, a não ser que queira fritar na frigideira e servir-se a si própria acompanhada de batatas fritas. … Mimar-se Aproveite para fazer tudo o que não tem tempo para fazer durante o resto do ano: máscaras, massagens, cremes anti-celulite, e se tiver paciência, pinte unhas artísticas com vernizes diferentes. Já que está com a mão no verniz, pinte as unhas dos pés com uma cor a condizer com o biquíni. E deixe de perder tempo com coisas inúteis como secar o cabelo: dê um descanso ao seu secador e deixe o cabelo secar ao ar. .. Imitar os cangurus Sempre que tiver um tempinho (e um espacinho também convém) imite as crianças (ou pelo menos, as crianças do tempo das nossas avós): salte à corda. É fácil, é barato, e pode não dar milhões mas dá imensa energia e, se for feito com dedicação, ainda queima aquela fatia de cheesecake que comeu ao almoço. Ganhar a medalha do bronze Pois, pois, o sol é o principal inimigo da pele, mas gosta mesmo é de andar bronzeada? Então escolha um autobronzeador. Ao contrário do que se pensa, desde que seja bem aplicado não deixa a pele às manchas e a maioria dá um ar muito natural. Vantagem: não se chega ao Inverno com a pele pior que uma ameixa seca. Render-se ao cor-de-rosa Se é daquelas que sempre usou esta cor e passava a vida a ouvir bocas dos amigos a perguntarem se vinha do infantário, este é o Verão em que pode finalmente vingar-se e vestir cor-de-rosa à sua vontade. Se sempre achou que não fazia muito a sua onda, vingue-se nos modelos sexy com alças. Se não puder usá-los para trabalhar, leve-os a passear à noite… Mexer-se, mas com calma Se esteve o ano inteiro de pés para cima e o mais que mexeu foi o dedo indicador (do comando) e o polegar (do telemóvel), não desate de repente a fazer jogging com aquela sua prima que corre todos os anos a meia-maratona. Quem tem filhos pode aproveitar: as crianças são treinadores pessoais encartados. Jogue à bola, cave buracos no jardim, faça castelos de areia, jogue à apanhada, faça batalhas de almofadas, dê passeios de bicicleta, vão ao campo apanhar flores, amoras ou caracóis, aprendam os dois a patinar. Quem não tem filhos ou não está desperta para os encantos dos treinadores pessoais, pode dar uns passeios à volta do quarteirão em passo acelerado (não, não entre na loja dos trezentos). Faça uma experiência: ande sem parar. Assim que encontrar um obstáculo (um semáforo, a sua vizinha do 2º) em vez de ficar parada a abanar-se, vire imediatamente na primeira esquina e continue a andar. Comprar um saco às flores Pode parecer um pormenor sem importância, mas em termos de humor faz toda a diferença andar por aí a tropeçar em 36 sacos de plástico ou andar a balançar um saco colorido onde cabe tudo. Pedalar à noite Uma ideia que tem cada vez mais adeptos são os passeios de bicicleta… nocturnos. Como apesar de tudo não convém sair por aí à meia-noite sozinha e a assobiar, reuna alguns amigos e aproveitem o fresco da noite para dar umas boas pedaladas. Os passeios nocturnos podem ser românticos, divertidos, desportivos, emocionantes, não se apanham insolações, e além disso pode escolher um itinerário diferente todos os dias. Convém apenas escolher sítios calmos e não desatar a pedalar pelo viaduto Duarte Pacheco abaixo. Organizar piqueniques Nem todos têm de ter aquelas produções elaboradas dos piqueniques de filme inglês, em que parece que se trouxe tudo de casa incluindo colchão de molas, esquentador e terrina de canja. Com boa vontade, uns sumos, uma sanduiches e uma manta já fazem a festa. Se tem crianças, não se esqueça de trazer uns brinquedos, porque nem todas se entretêm duas horas a estudar amoroso carreiro de formigas. Aprender finalmente a fazer arroz de pato Já reparou que comemos quase sempre as mesmas coisas todos os dias, só para não nos darmos ao trabalho de pensar em qualquer coisa diferente? Chega! Declare guerra à comida do costume! O sushi a quem o trabalha! Nem é que torne a nascer transformada em fada do lar disposta a realizar todas as fantasias gastronómicas da sua família, mas a culinária também é uma arte, e no Verão temos mais tempo para desenvolver as nossas artes preferidas. Para quem não for dada às artes, há receitas facílimas de fazer. Pegue nos livros de culinária da ACTIVA e escolha já os pratos que mais lhe apetecer, e nem pense em perguntar opinião aos seus filhos: a resposta há-de ser sempre ‘hamburguer’.. Aprender finalmente a não fazer nada É mais difícil do que parece e praticamente impossível para quem tem crianças, mas também é uma excelente desculpa para pôr as crianças na avó. Comece por fazer todas aquelas coisas que geralmente só há nas fotografias e nunca ninguém faz: deitar-se no chão com as pernas apoiadas à parede, e concentre-se no silêncio e na sua respiração. Feche os olhos e anote mentalmente: o que é que ouve dentro do silêncio? Fique assim o máximo de tempo que conseguir. Se adormecer, melhor. Sonhe com os anjos. Recuperar alguns prazeres infantis Ande de baloiço (se for um baloiço sólido e não um daqueles que parecem fraldas para menores de 6 meses, claro). Faça desenhos com canetas de feltro. Faça colagens. Leia livros infantis. Leia livros que a façam rir. Leve cassetes e cante no carro. Faça colecções de pedras. Escreva um diário. Observe as rãs Transformar conchas em velas Primeiro passo: andar de rabo para o ar naquelas praias onde ainda há conchas. Não aconselhável a quem tem celulite? Pode sempre usar a canga salvadora à roda da cintura, e além disso as crianças amam catar conchas. Segundo passo. Comprar pavios (existem na maioria das boas drogarias ou nas lojas de artigos religiosos) e areia para velas (na maioria das lojas dos trezentos) e fazer velas artesanais que dá zero de trabalho e faz imenso efeito. Terceiro passo: Aproveite o pretexto das velas e dê uma grandiosa festa de Verão. Ou então convide o loiro giro amigo do seu primo Francisco para jantar e impressione-o com o seu jeito para… ah… trabalhos manuais. Dar um tempo às crianças Se está mesmo falha de paciência e os seus neurónios têm os fusíveis em baixo, tente o seguinte: dê uma folga à parte de si que educa as crianças. Durante uns dias, não lhes ralhe, não lhes mande fazer nada, não lhes pergunte se já fizeram os trabalhos, e não lhes diga para tirarem os cotovelos da mesa, cumprimentarem a avó e não baterem no irmão, mesmo que lhe apeteça muito e ache que deva. Fique só a observar. Pode ter algumas surpresas. Entrar no túnel do tempo Embarque na onda retro: investigue em armários seus, das suas amigas e das suas tias, mascare-se e tire muitas fotografias (as crianças costumam adorar isto). Se gostar de decoração, resgate peças velhas que possam ser recuperadas, e se ainda estiver em espírito de celebrar, lance uma década como tema e faça uma festa de amigos onde cada um virá vestido a rigor. Convém é não ser a Festa da Carmen Miranda, porque poucas cabeças têm estofo para aguentar um ananás… Fazer um biquíni de croché Tem a vantagem de poder escolher exactamente a cor e o tamanho que lhe interessa, e além disso é muito fácil. Muito fácil para quem sabe fazer croché, obviamente, mas se não sabe, que tal convocar os serviços da sua mãe, da sua avó ou da sua tia Manuela? Conseguir viver sem estimulantes Há alimentos potencialmente estimulantes que podem agravar o nosso stresse natural: o café, o chá preto, as bebidas com cola, o chocolate, o álcool, os doces, os produtos carregados de aditivos. Cortar pode ser complicado: muitos deles são hábitos sociais, outros são consolações, e de outros nem sequer temos noção. Mas pensar nisso já é meio caminho andado. Faça o que pode para diminuir o hábito, gaste um bocadinho de tempo a ler os rótulos daquilo que compra, pense duas vezes antes de estender a mão para o açúcar, beba chá verde em vez de chá preto e controle o n.º de cafés. Reconciliar-se com a celulite Tem celulite? Pois tem, mas também tem uns lindos olhos, um sorriso hipnotizante e uns neurónios fabulosos. Esqueça as pragas à família da sua mãezinha que lhe legou os genes da casca de laranja. Esqueça as pragas às louras que passam à sua frente na praia e que não têm um grama da dita casca. Esqueça as pragas aos cremes que afinal não fazem milagres. Esqueça aquela cena de andar às ‘arrecuas’ pela areia fora a dizer adeus até entrar na água para que o mancebo que ficou na toalha não contemple um grande plano do seu rabo. Se estivermos sempre a pensar na coisa, acabamos por não viver a vida. Não se deixe aprisionar pelo seu próprio corpo e pelas imagens de beleza que nos impõem. Vá à praia, vá ao ginásio, vá usando os cremes, e quem não quiser que não olhe. Aliás, caso não tenha reparado, a maioria das pessoas está muito mais ocupada a olhar para si própria do que para as outras. Desconfiar das saladas Uma salada não é necessariamente um pratinho light. Até pode ter só alface e tomate, mas geralmente também tem variados molhos, e não são de iogurte. Peça sem molho, ou então escolha outra coisa. Construir um mar privado Dá-lhe vontade de rir aquelas imagens dos nossos avós com os pés de molho? Mas pode ser uma excelente ideia. Pegue no maior alguidar que conseguir arranjar, cubra o fundo com areia e pedras da praia, deite-lhe algum sal marinho, e pronto, já tem um mar em miniatura onde dar exercício aos pés. Adaptar o seu treino Se é uma adepta do ginásio mas no tempo de calor se sente com menos vontade de se mexer, umas alterações podem fazer toda a diferença: faça exercício nas horas de menor calor, de manhãzinha ou ao fim da tarde. Não se esqueça de beber água e não julgue a água que lhe falta por aquilo que sua: é que a maioria dos ginásios tem ar condicionado, que é seco, e num ambiente seco o suor evapora-se mais rapidamente. Se não tem vontade de andar aos pulos, escolha as modalidades mais calmas, ioga, bodybalance ou natação.

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