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É inevitável: o corpo humano envelhece todos os dias. E a pele não é uma exceção a essa regra, sendo necessária uma proteção diária contra os diversos agentes nocivos que podem prejudicá-la.  Em entrevista à revista L’Officiel Brasil, o cirurgião plástico Mário Farinazzo, explica como reconhecer os principais sinais que a derme dá quando está a envelhecer mais rápido do que o normal:

Manchas castanhas entre os 20 e os 30 anos

Antes mesmo das rugas, as manchas castanhas são o primeiro indício de envelhecimento da pele. Elas surgem por causa do excesso de exposição solar, sem a devida proteção da pele. “Lembre-se: não existe bronzeado seguro”, alerta o especialista. Como tal, para proteger a pele do envelhecimento demasiado rápido e de um potencial cancro, recomenda usar um fator de proteção solar (FPS) 30 de amplo espetro ou mais alto, e reaplicá-lo a cada duas horas. “Use protetor solar mesmo quando está nublado”, sublinha.

Flacidez na pele do pescoço e do colo

O pescoço tem uma pele extremamente fina e está entre as primeiras zonas que denunciam o envelhecimento. Juntamente com o colo, tende a ser esquecida na rotina de cuidados, portanto os agressores ambientais, aliados a maus hábitos de alimentação e consumo de álcool, podem favorecer o aparecimento de flacidez e rugas. De acordo com o Dr. Farinazzo, para ajudar a revitalizar esta pele tão sensível, o uso de hidratantes à base de ácido hialurónico é uma boa opção. Já em consultório é possível apostar em substâncias injetáveis como, por exemplo, a toxina botulínica, conhecida como botox.

Perda de hidratação da pele

Com o envelhecimento, ocorre a perda de humidade da pele, que, juntamente com uma redução na taxa de renovação celular, a deixa endurecida, seca e áspera. Um problema que pode ser resolvido com a ajuda de hidratantes com ação antienvelhecimento e com a esfoliação regular, de preferência com ácidos prescritos por médicos. Em consultório, aplicações mais superficiais de ácido hialurónico podem ajudar a combater o problema.

Rugas e perda de volume facial

A nossa pele diminui naturalmente a produção de colagénio e elastina entre os vinte e os trinta e poucos anos, e, como resultado, as infames rugas tendem a aparecer. “Se faz muitas expressões faciais ou dorme de lado, esses sulcos e recuos podem demorar mais a voltar ao lugar”, explica o cirurgião plástico. “Se perceber um maior número de rugas no início dos vinte, isso pode ser um sinal de muitos danos causados pelo sol”, acrescenta. Para solucionar a questão, diz o especialista, neurotoxinas e preenchimentos injetáveis são as melhores opções.

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