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REUTERS

A morte da atriz norte-americana Brittany Murphy, aos 32 anos, chocou o mundo do espetáculo, em 2009. Nessa altura, o relatório oficial atribuiu o óbito da atriz à conjugação fatal de uma pneumonia e anemia. Mas a morte do marido de Brittany, Simon Monjack, passados cinco meses, levantou as suspeitas de algo muito errado, sobretudo porque apresentava sintomas semelhantes aos da mulher.

O pai da atriz nunca ficou conformado com o relatório oficial e, ao longo dos anos, tem-se mostrado determinado em descobrir a verdadeira razão da morte da filha e do genro. Amostras de cabelos e tecidos dos restos mortais de Brittany foram recentemente submetidas a novas análises. As conclusões apontam para a presença de quantidades alarmantes de toxinas, encontradas nas amostras de cabelo de Brittany, nomeadamente alumínio, manganês e bário e outros metais. Os sintomas apresentados por Murphy, como tosse, desorientação, tremores, dores de cabeça e tonturas, são compatíveis com a ingestão de veneno de rato.

O laboratório que analisou as amostras de cabelo acabou por concluir que existe uma forte possibilidade de haver uma terceira pessoa envolvida nas duas mortes. A probabilidade de Brittany Murphy e Simon Monjack terem sido assassinados é cada vez maior.

O pai de Brittany, que tem vindo a defender a reputação da filha, refutando notícias de que a atriz teria problemas com drogas e anorexia, já afirmou: “Não descansarei até que a verdade sobre esta tragédia seja revelada. Vai fazer-se justiça no caso de Brittany.”

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