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AFP

A 31 de agosto de 1997, o mundo quase parou com a notícia de que a adorada princesa Diana tinha perdido a vida, na sequência de um violento acidente de carro, em Paris. Nessa mesma altura, os seus filhos, William, com 15 anos, e Harry, com 12, encontravam-se de férias com o pai, em Balmoral e, naquele mesmo dia, tinham falado com a mãe, que deveria regressar ao Reino Unido em breve.

No livro de 2011, William and Catherine, o biógrafo Andrew Morton descreveu a última conversa do duque de Cambridge com a mãe, revelando que este se encontrava preocupado com o irmão. “Enquanto Diana relaxava num iate sob o sol mediterrânico, o William estava preocupado com um decreto do palácio de Buckingham que ditava que este teria de ir a uma sessão fotográfica a propósito do seu terceiro ano em Eton“, pode ler-se.

A questão era que, como o irmão, Harry, tinha reprovado um ano em Ludgrove, William preocupava-se com o facto de a imprensa se vir a focar no insucesso escolar deste, em vez de no seu próprio progresso académico. “A Diana prometeu discutir o assunto com o pai dos rapazes no dia seguinte, quando chegasse de Paris. Mas nunca regressou“, finaliza.

De acordo com Morton, na manhã seguinte, ainda sem lhe terem sido dadas as terríveis notícias, William perguntava o que tinha acontecido, já que tinha acordado diversas vezes durante a noite. Desde então, os dois irmãos mostram-se bastante ativos no que toca à discussão da saúde mental e usam os seus próprios exemplos de dor sempre que tal possa ajudar alguém.

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