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1. “Hoje tive um dia péssimo…”

Desligar dos problemas do trabalho pode não ser tão simples quanto parece. Se assim fosse, eles não entrariam pela porta do quarto de tanta gente, na hora de fazer amor. “Tal como, em termos sexuais, não podemos carregar num botão para fazer tudo funcionar, da mesma maneira também não carregamos num botão para fazer os problemas desaparecer”, aponta a psicóloga. O problema é que, muitas vezes, quem paga a factura da frustração e do stresse são as pessoas que mais amamos. “Quando existe uma relação de intimidade com alguém que nos pergunta ‘o que tens’, é natural que se despeje tudo em cima do companheiro.” Mas, a intimidade também é a partilha de problemas, de ideias e projectos. O ritual do ‘Olá querido! Como foi o teu dia?’ deveria ser recuperado entre o casal. Até porque, se ambos fizerem o relatório das graças e desgraças do dia de trabalho quando se encontram, há menos probabilidade de levarem o fantasma do escritório para a cama.

2. Corra com a ansiedade!

Marta Crawford alerta para a importância do exercício físico como uma das terapias mais eficazes contra o stresse. “É bom despejar a ansiedade numa actividade física, como correr, andar a pé ou de bicicleta, ir ao ginásio.” O desporto é a válvula de escape necessária para libertar tensões mentais e aclarar as ideias.

3. ” Gosto quando fazes isso…”

É importante falar de sexo, dentro e fora da cama. “O segredo de um casal se manter junto durante muitos anos é a comunicação. É importante comunicar sobre aquilo que nos preocupa um ao outro mas também sobre o que ambos gostam no sexo”, explica a psicóloga. Por isso, em vez de fingir que está a gostar imenso da forma como ele está a estimulá-la ou penetrá-la, só para não o frustrar (e vice versa!), deve sentir-se completamente à vontade para lhe dizer ‘Gosto disso’ ou ‘Faz antes assim’. “É preciso criar espaço para uma verdadeira intimidade”, observa Marta.

4. Acariciem-se apenas

Já pensou em preliminares de três ou quatro horas? Não é sobre-humano, se pensar que eles podem começar num jantar, seguido de uma sessão de cinema, um passeio a pé, uma boa conversa, um final de noite relaxante, a dois, onde o toque e as carícias são protagonistas. “Quando as pessoas aparecem na consulta por causa de uma disfunção sexual, os terapeutas aconselham uma redescoberta sensorial, uma forma do casal reaprender a estar junto sexualmente, mas de forma descontraída. Normalmente, até se proíbe o coito nos primeiros tempos”, explica Marta Crawford. Esta reaprendizagem passa pelo uso das mãos para proporcionar prazer ao toque, pela insistência nas massagens sensuais, na estimulação de outras partes erógenas do corpo que não a área genital. “Há zonas erógenas que proporcionam mais prazer do que a penetração. Se ela é proibida, a pessoa sente-se mais descontraída no sexo porque já não vai ter que provar nada. Estas versões de descoberta sensorial tiram uma grande carga de ansiedade”, observa a psicóloga. Isso obriga o casal a puxar pela cabeça, a prestar mais atenção ao carinho, a inventar novas formas de prazer. “As indicações que damos podem até parecer muito tecnicistas, mas as pessoas acabam por gostar imenso, porque redescobrem o prazer da época em que eram namorados.”


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