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O domínio da razão

O melhor é…

… o auto-conhecimento. Agora, já sabe do que gosta e do que não gosta e conhece melhor o seu corpo, o que faz com que seja capaz de ter mais prazer no sexo. Também já não tem paciência para ‘dúvidas existenciais’ sobre se está a fazer as coisas bem e limita-se a desfrutar do momento.

… a objectividade. Já tem termos de comparação suficientes para saber logo quando as coisas não vão correr bem, o que faz com que perca menos tempo com aquilo que percebe à partida que não vai resultar.

O perigo é…

… Não saber lidar com o stress. Ou seja, deixar que as preocupações com o emprego ou o dinheiro se reflictam na cama na forma de falta de desejo sexual. Na verdade, esta é uma das queixas mais frequentes no que toca a disfunções sexuais, segundo a terapeuta Ruth Westheimer.

… Estar demasiado focado nos filhos. A gravidez, o pós-parto e o período de aleitamento podem ser alturas de menos libido devido às alterações hormonais. É importante estimular a vida sexual depois dessa fase para evitar que a situação se prolongue.

Como aproveitar ao máximo

-Recupere a boa-forma. Devido às alterações do corpo decorrentes da gravidez podem aparecer inseguranças. Por isso, se já teve filhos, invista na recuperação dos músculos vaginais e do períneo, já que estes têm grande influência na excitação e no orgasmo. Existem exercícios específicos que pode fazer em casa. No caso de ter dores, recorra a lubrificantes. De qualquer forma, lembre-se de que sexo não é só penetração e de que os jogos sexuais não têm de terminar porque não se sente capaz de ter prazer dessa forma…

– Distribua o tempo de forma mais equilibrada e invista na relação tanto quanto na carreira. Lembre-se de que se tiver uma vida sexual satisfatória isso também se vai reflectir no seu desempenho no trabalho. Se for preciso reserve tempo para o sexo na agenda e respeite esse tempo, não como obrigação, mas como um desejo de que não abdica.

– Quebre a monotonia. “A aventura pode coexistir com a rotina”, garante Steve Lindauer. É uma questão de atitude e sobretudo de empenhamento. Concretizem fantasias sexuais, inventem novas, recorram a brinquedos sexuais, experimente lingerie ousada…

A palavra delas

“O bom dos 30 é já não nos preocuparmos em esconder da empregada livros sobre sexo, porque é ponto assente que já temos idade para o ter”.

Patrícia Almeida, 31.

“Deixei-me de dúvidas existenciais sobre orgasmos clitorianos e vaginais: orgasmo é orgasmo e ponto final!”,

Andreia Machado, 35.

“O sexo começou a ser melhor a partir dos 30, acho que fiquei mais segura e ousada, com menos medo de dizer o que gosto.”

Mafalda Antunes, 30.
 

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