Quem nunca se sentiu mal com o próprio corpo que ponha a mão no ar! Hoje em dia, muito se ouve falar acerca de dietas milagrosas, cremes que eliminam a celulite ou de exercícios certos para diminuir gorduras localizadas. Tudo isto, claro, alimentado pelo facto de muitos quererem resultados rápidos e eficazes no menor espaço de tempo possível. Contudo, esta “urgência” pode surtir o efeito oposto ao pretendido.

As psicólogas Allison C. Kelly e Aleece Katan explicam que, por norma, as dietas seguem uma ordem. Primeiro, estamos totalmente motivadas: eliminamos o pão, comemos muitos legumes, mascamos uma pastilha para enganar a gula e apostamos numa maçã ao lanche, em vez de bolachas. Depois, chega a fase do “isto não faz mal de vez em quando“, sendo “isto” um bolo, um chocolate ou qualquer tipo de comida dita “menos saudável”. 

Após esta fase, começamos a pensar que mesmo a ocasional “batota” significa uma grande restrição à nossa alimentação. Afinal, só vivemos uma vez. Porém, começamos a sentir as roupas a apertar um pouco mais e a culpa apodera-se de nós. Além disto, no meio deste ciclo, há algo mais a acontecer: a comida tomou conta da nossa vida e parece que todo o nosso pensamento gira à volta daquilo que escolhemos colocar no prato.

As especialistas citam um estudo que pedia aos participantes que provassem 0, 1 ou 2 batidos e, em seguida, que degustassem quanto gelado quisessem. Os resultados? As pessoas sem uma dieta restrita que bebessem mais batidos tinham tendência a comer menos gelado e aquelas “obcecadas” com a alimentação a comer mais. A lógica? “Já que já estraguei a dieta com os batidos, não faz mal abusar também de gelado“.

No caso das pessoas sem restrições alimentares, beber um batido ou comer um gelado é algo dito normal, pelo que irão ingerir a quantidade que os satisfizer e não adotar uma postura de “desleixe”. Assim que estiverem saciados, param. Daí ser lógico que quanto mais batidos bebessem, mais cheios estariam, tendo menos espaço para o gelado.

Resumindo, comer de forma mais intuitiva tem resultados positivos a longo prazo, quer em termos nutritivos – já que vamos tentar “ouvir” aquilo que o nosso corpo realmente nos pede -, quer no que toca aos números da balança. Assim sendo, as especialistas dão alguns conselhos para que passe de uma mentalidade restritiva para este novo padrão, tais como forçar-se a quebrar hábitos, como não ingerir alimentos de certos grupos alimentares, ou estabelecer três refeições e três snacks por dia, de modo a não sentir que está a restringir algo.

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