As mamas, peitos ou seios — como preferir chamar-lhes — são muito misteriosas.

Elas fazem parte tanto da anatomia reprodutiva, como o método que algumas mulheres escolhem para alimentar os filhos, como da anatomia sexual, uma vez que podem ser sexualmente sensíveis. Para além disso, têm muito que se lhe diga. Tanto, que a maioria das mulheres já se preocupou com este órgão glandular em alguma fase da vida, quer tenha sido pelo tamanho, sensibilidade, formato, etc.

E embora mais de metade da população tenha mamas, ainda existe uma lacuna surpreendente no conhecimento sobre esta parte do corpo. Com tudo isto em mente, decidimos reunir e partilhar alguns dos fatos mais inesperados sobre mamas.

Vamos a isso?

1. Existem sete tipos de mamas

A marca de lingerie ThirdLove defende aquilo que todos sabemos (ou devíamos saber): nem todas as mamas são iguais e todas são bonitas. Por isso mesmo, certifica-se de que oferece uma variedade de modelos para cada formato e tamanho. Tendo isso em conta, foi mais longe e criou uma espécie de dicionário sobre cada categoria de seios. 

2. Existem oito tipos de mamilos

Sim, a sério. De acordo com a Dra. Tsippora Shainhouse, dermatologista e pediatra certificada, existem oito tipos de mamilos. Todos eles são normais e é possível ter uma combinação de dois ou mais tipos.

3. As mamas não contêm apenas por gordura

Ao contrário da crença popular, as mamas não são feitas apenas de gordura (embora a gordura determine seu tamanho). Na verdade, elas são compostas por uma combinação de tecido adiposo e fibroso, que lhes dá forma, além de glândulas e ductos de leite materno.

4. Em Portugal, há 11 novos casos de cancro da mama por dia

Tipicamente associado à população feminina, o cancro da mama é uma doença que afeta seis mil portuguesas por ano. Dados da Direção-Geral de Saúde indicam que, em Portugal, uma em cada oito mulheres tem cancro da mama, o tipo de cancro mais comum entre as mulheres e a segunda causa de morte por cancro no sexo feminino.

Neste ano de 2020, marcado pela pandemia e pelo medo da COVID-19, muitos testes de rastreio oncológico tiveram de ser cancelados ou adiados, pelo que parece ainda mais importante lembrar que o diagnóstico precoce é fundamental para combater e vencer a doença – a detenção precoce aumenta as hipóteses de um bom prognóstico para 95%. 

5. A estimulação das mamas pode levar ao clímax

Pode parecer estranho, mas “os mamilos e as mamas são grandes zonas erógenas”, diz a Dra. Carolina Pataky, terapeuta sexual, ao site Bustle.

Não é comum chegar-se ao clímax só com a estimulação dos mamilos, mas também não é impossível. Isto porque cada mamilo tem centenas de terminações nervosas e a sua estimulação ativa a mesma zona do cérebro que a estimulação do cérebro e da vagina.

6. Uma das mamas tende a ser maior do que a outra

Da mesma forma que a assimetria está presente noutras partes do corpo, a maioria das mulheres nota que tem uma mama maior do que a outra – pense nelas como irmãs, e não como gémeas.

De acordo com Jenna Pincott, autora de livros sobre ciência, cerca de 65% das mulheres tem a mama esquerda maior do que a direita. Ninguém sabe ao certo por que motivo isto acontece, apesar de existirem muitas teorias: uma delas sugere que a hipersensibilidade imunitária, que é mais alta no lado esquerdo do corpo, tem um impacto nas hormonas que ajuda a determinar o tamanho e a forma dos seios; outra diz que as mulheres tendem a optar pela amamentação unilateral, deixando o lado dominante livre, o que resulta numa maior produção de leite na mama esquerda, explica Pincott.

Independentemente do motivo, ter mamas assimétricas é completamente normal e não deve mudar a sua relação com o espelho.

7. A flacidez é inevitável

Não há como dar a volta: à medida que envelhecemos, a flacidez é inevitável. As mamas maiores têm uma probabilidade superior de ficarem ‘descaídas’ porque a massa mamária maior é mais vulnerável à gravidade, mas todos os seios apresentarão um certo nível de flacidez, a não ser que haja uma alteração cirúrgica à sua aparência.

Pondo de parte os fatores envelhecimento e gravidade, existem fatores de estilo de vida que também contribuem para esta realidade, incluindo fumar, a gravidez, um aumento ou perda de peso repentinos, deficiência de colagénio e/ou estrogénio e até mesmo a forma como dormimos – dormir de barriga para baixo não será o ideal, e alguns estudos sugerem que pode mudar o formato do peito.

8. A gravidez pode deixar os mamilos mais escuros

Todas sabemos que a gravidez traz várias mudanças ao corpo, e os mamilos mais escuros é uma das mais comuns.

Como é que isso acontece? Tudo se resume às hormonas da gravidez, que estimulam um aumento temporário na quantidade de melanina – a substância que ocorre naturalmente e que dá pigmento ao cabelo, olhos e pele – produzida pelo corpo. À medida que é produzida mais melanina, as áreas que já têm mais pigmento, ou seja, as aréolas, cicatrizes e sardas, também podem ficar mais escuras.

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