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O Natal é, por tradição, uma festa celebrada à volta da mesa, com iguarias que variam de acordo com a região do nosso país e com a tradição de cada casa. Este ano, o contexto da pandemia dita uma celebração diferente; mais consciente e tradicional.

Se o número de pessoas que se vão reunir à volta da mesa reduzir, reduza também as porções de comida que serão servidas. Claro que as sobras poderão ser reutilizadas, e novos pratos reinventados. Porém, neste período, já costumamos ter na mesa comida em maior abundância do que no dia-a-dia. Assim, para que as sobras não sejam ainda maiores do que o habitual, e para que ninguém se veja na obrigação moral de comer para além do que gostaria apenas para “não deitar fora”, é importante repensar a quantidade de comida que se irá servir em função do número de pessoas reunidas.

Estamos em tempos de contenção a vários níveis e, por isso, poderá ser um bom ano para concretizar a celebração do Natal com comida apenas nos dias e refeições respetivas: o jantar de dia 24 e o almoço de dia 25 de dezembro (ou de acordo com a tradição de cada família). Faz cada vez menos sentido, por diversas razões, adquirir ou fazer iguarias em quantidades tais que acabam por durar até ao dia da passagem de ano, altura em que se volta a reforçar a mesa e que, inevitavelmente, acaba por ficar posta por mais uma semana. Restrinja a celebração gastronómica às refeições que considera comemorativas. Para isso, terá também de repensar as quantidades das várias opções de alimentos que irão estar disponíveis à mesa.

É muito frequente que me questionem em consulta sobre qual é a melhor forma de festejar esta época, sem comprometer a saúde e o equilíbrio alimentar. A época de fim de ano (que representa também o início de um novo ciclo) é a altura perfeita para refletir sobre o que poderá melhorar, nomeadamente ao nível da saúde, que tem sido um tópico tão premente este ano. Importa referir que mesmo em tempos de pandemia, é seguro (e diria desejável) procurar acompanhamento de um nutricionista para um plano alimentar personalizado. A pandemia veio mudar hábitos, rotinas e paradigmas. Aproveite este período de mudança para melhorar o seu padrão alimentar e, com isso, melhorar e potenciar a sua saúde.

Pessoalmente, sou defensora das receitas tradicionais para determinados motivos específicos. E o Natal é um deles. Na minha perspetiva, se é para celebrar o Natal com um sonho ou com uma azevia, que seja com a versão tradicional – mas, obviamente, em moderação. Este ano, que estamos mais por casa, e que temos mais oportunidade de explorar os nossos dotes culinários, porque não aproveitar para resgatar aquela receita especial de um ou mais doces de Natal, e pôr mãos à obra.

Este ano tem pedido criatividade, união, carinho e paciência – ingredientes essenciais numa cozinha. Junte os elementos da família e experimentem receitas típicas desta época, aliando a tradição ao espírito de união e de interajuda, tão típico do Natal. E, se mesmo assim, acabar por fazer sonhos e filhoses a mais, ofereça àquele vizinho ou àquele amigo que, por uma razão ou por outra, não pode este ano partilhar o Natal com quem mais gosta.

Festas felizes!

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