Desde o aparecimento da pandemia de COVID-19, têm vindo a acumular-se evidências de que alguns doentes continuam a apresentar sintomas relacionados com a doença após a fase aguda da infeção. Não existe, até ao momento, uma clara definição de consenso para esta condição. No entanto, a designação de “síndrome pós-COVID” tem vindo a ser utilizada com crescente frequência nos doentes que desenvolvem esta situação, durante a qual apresentam sintomas persistentes após a recuperação da doença inicial. A síndrome parece afetar tanto aqueles que apresentaram doença ligeira, como moderada ou grave e, desta forma, pessoas que apresentaram sintomas leves no início da doença podem desenvolver problemas a longo prazo. A incidência, história natural e etiologia desses sintomas são atualmente desconhecidas.

Os sintomas de síndrome pós-COVID podem incluir cansaço extremo (fadiga), falta de ar, tosse, dor no peito ou sensação de aperto, problemas de memória e concentração, dificuldade em dormir, palpitações cardíacas, tonturas, prurido, dor nas articulações, depressão e ansiedade, zumbido, dores de ouvidos, sensação de enjoo, diarreia, dores de estômago, perda de apetite, temperatura elevada, dores de cabeça, dor de garganta, alterações no olfato ou paladar e erupções cutâneas. Os sintomas respiratórios podem ser particularmente importantes, justificando uma observação especializada pelo médico Pneumologista.

Enquanto continuam a decorrer ensaios clínicos em busca de agentes antivirais seguros e eficazes e se implementam os programas de vacinação, as sequelas a longo prazo da infeção por COVID-19 tornaram-se cada vez mais reconhecidas e preocupantes. Embora as vias respiratórias superiores e inferiores sejam os principais locais de entrada do novo coronavírus no ser humano, resultando em pneumonia COVID-19 como a apresentação mais comum, a lesão pulmonar aguda pode ser seguida por fibrose pulmonar e comprometimento crónico da função pulmonar, com clara diminuição da qualidade de vida.

Dados os potenciais riscos de fibrose pulmonar induzida pela COVID-19, é importante preparar e implementar medidas preventivas precoces e eficazes nestes doentes. As abordagens incluem a prevenção eficaz da propagação do vírus, a inibição da sua replicação, o bloqueio da resposta inflamatória e o tratamento para prevenir a fibrose pulmonar numa fase inicial. Essas quatro abordagens podem ser estratégias importantes para alcançar a prevenção eficaz da fibrose pulmonar, como consequência a longo prazo da pneumonia por COVID-19.

Neste contexto, torna-se extremamente importante procurar aconselhamento médico quando surgem sintomas persistentes após a infeção por COVID, mesmo nos casos em que a doença se apresentou de forma ligeira. A abordagem da situação, compreensivelmente centrada no médico Pneumologista, poderá requerer uma articulação entre várias especialidades médicas.

Esta avaliação médica torna-se importante para identificar, de forma precoce, se estão presentes sequelas que podem ser alvo de reabilitação para conseguir uma recuperação total, qualquer que tenha sido a intensidade da doença apresentada inicialmente.

No momento atual, deve reforçar-se a ideia de que não se deve adiar a procura de cuidados de saúde, dado que as unidades de saúde seguem protocolos e circuitos rigorosos que garantem a segurança dos doentes e profissionais de saúde, com modalidades de consulta presencial e de teleconsulta.

Os sintomas de síndrome pós-COVID podem incluir cansaço extremo (fadiga), falta de ar, tosse, dor no peito ou sensação de aperto, problemas de memória e concentração, dificuldade em dormir, palpitações cardíacas, tonturas, prurido, dor nas articulações, depressão e ansiedade, zumbido, dores de ouvidos, sensação de enjoo, diarreia, dores de estômago, perda de apetite, temperatura elevada, dores de cabeça, dor de garganta, alterações no olfato ou paladar e erupções cutâneas. Os sintomas respiratórios podem ser particularmente importantes, justificando uma observação especializada pelo médico Pneumologista.

Enquanto continuam a decorrer ensaios clínicos em busca de agentes antivirais seguros e eficazes e se implementam os programas de vacinação, as sequelas a longo prazo da infeção por COVID-19 tornaram-se cada vez mais reconhecidas e preocupantes. Embora as vias respiratórias superiores e inferiores sejam os principais locais de entrada do novo coronavírus no ser humano, resultando em pneumonia COVID-19 como a apresentação mais comum, a lesão pulmonar aguda pode ser seguida por fibrose pulmonar e comprometimento crónico da função pulmonar, com clara diminuição da qualidade de vida.

Dados os potenciais riscos de fibrose pulmonar induzida pela COVID-19, é importante preparar e implementar medidas preventivas precoces e eficazes nestes doentes. As abordagens incluem a prevenção eficaz da propagação do vírus, a inibição da sua replicação, o bloqueio da resposta inflamatória e o tratamento para prevenir a fibrose pulmonar numa fase inicial. Essas quatro abordagens podem ser estratégias importantes para alcançar a prevenção eficaz da fibrose pulmonar, como consequência a longo prazo da pneumonia por COVID-19.

Neste contexto, torna-se extremamente importante procurar aconselhamento médico quando surgem sintomas persistentes após a infeção por COVID, mesmo nos casos em que a doença se apresentou de forma ligeira. A abordagem da situação, compreensivelmente centrada no médico Pneumologista, poderá requerer uma articulação entre várias especialidades médicas.

Esta avaliação médica torna-se importante para identificar, de forma precoce, se estão presentes sequelas que podem ser alvo de reabilitação para conseguir uma recuperação total, qualquer que tenha sido a intensidade da doença apresentada inicialmente.

No momento atual, deve reforçar-se a ideia de que não se deve adiar a procura de cuidados de saúde, dado que as unidades de saúde seguem protocolos e circuitos rigorosos que garantem a segurança dos doentes e profissionais de saúde, com modalidades de consulta presencial e de teleconsulta.

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