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A pandemia obrigou a um novo confinamento e, mais uma vez, estamos confinados aos nossos lares, ao teletrabalho. Privados do convívio social, do amor e carinho dos nossos familiares e amigos. Os abraços calorosos são trocados por longas chamadas telefónicas. E a palavra saudade ganha um novo significado.

Diariamente, o medo entra pelas nossas casas. Não só pelo receio do desconhecido, do invisível inerente àquilo que é o vírus, mas também por esta pandemia de informação que assistimos cada vez que ligamos a televisão. A juntar a isto, a pressão laboral é maior, exige-se mais e melhor. Para não falar daqueles, que, infelizmente, perderam os seus empregos e, como tal, viram-se desamparados, sem a sua única forma de sustento.

Desejamos que os nossos permaneçam sãos, que não sejam e que não sejamos infetados. Que o nosso amigo ou familiar que está no hospital vença o vírus, sem nenhuma mazela. Fala-se que tudo vai ficar bem e os arco-íris passaram a ser os nossos amuletos, espelhados nas janelas das casas de uns e de outros, com mensagens de esperança. Mas e depois da COVID-19? O que resta? As noites sem dormir e o receio do futuro que se prevê incerto apoderam-se dos nossos lares, sem dó nem piedade.  Levando-nos para outro problema igualmente grave e que poderá ser em determinados casos incapacitante: o stress.

Apesar de se tratar de um processo natural, que funciona como uma resposta de defesa do organismo face a agressões externas ou internas e pode ser muito útil em situações pontuais, passa a ser uma ameaça para a nossa saúde, quando se prolonga no tempo e se torna crónico.

Os sintomas estão à vista mas, como bons portugueses que somos, tendemos a ignorá-los: os suores, as dores de cabeça, a fadiga, os distúrbios do sono, a desorientação e perda de memória, a irritabilidade e confusão mental, a dificuldade de concentração, a infelicidade, os pensamentos negativos, e o esquecimento.

A juntar a isto, o stress pode ter consequências a longo prazo, das quais fazem parte: as doenças cardiovasculares, disfunção sexual, as complicações gastrointestinais, a obesidade ou distúrbios alimentares e, ainda, problemas de pele e cabelo, como sejam o aparecimento precoce de rugas ou de calvície. Nas mulheres é ainda comum existirem alterações hormonais, como problemas menstruais. Está igualmente comprovado que o stress e o medo, quando levado a níveis extremos, levam o organismo a reduzir os seus mecanismos de defesa, tornando-nos mais suscetíveis ao desenvolvimento de infeções.

De forma a prevenir situações extremas de stress, o Teste de Avaliação do Stress dos Laboratórios SYNLAB permite determinar se está a viver um padrão biológico de stress, a fase de stress em que se encontra e ainda alertá-lo para possíveis situações de Burnout (esgotamento profissional). Através de uma forma simples, rápida e segura sendo apenas necessária a recolha de quatro amostras de saliva para kit especial, em horas específicas do dia, de forma a fazer o doseamento de duas hormonas – cortisol e DHEA. 

Nesta fase não deixe que o stress tome conta de si. Ao cuidar da sua saúde mental, está também a cuidar de si e dos que mais ama.

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