Os clientes podem achar difícil equilibrar a funcionalidade com a estética. Ou seja, encontrar algo bonito que, ao mesmo tempo, seja funcional – e/ou vice-versa. Então, como resolver esse problema no design de interiores?

Se um projeto não parecer agradável e esteticamente bonito, não será convidativo. Ao mesmo tempo, se não for funcional, pode tornar-se num desperdício de dinheiro. Contudo, se seguir algumas etapas, é possível encontrar um bom equilíbrio entre as duas premissas.

Aqui estão algumas dicas para manter a funcionalidade e a estética no caminho certo.

O espaço deve ser utilizado adequadamente

Este é o primeiro passo ao pensar num projeto de design de interiores adequado. Deve estar ciente dos tipos de elementos que o seu espaço pode e pretende acomodar. Se tem um espaço pequeno, mas prefere algo estético que seja enorme, não vá em frente.

Esteja atento às dimensões gerais do seu espaço. Procure equilibrar os ambientes que são opostos uns aos outros. Lembre-se de que devem haver áreas definidas entre os espaços. Essas áreas podem ser usadas para fins estéticos posteriormente, onde também é possível adicionar acessórios extras nas mesmas.

A iluminação também tem de seguir a imagem do próprio espaço. Portanto, pense nas luzes principais e nas suas funções antes de chegar às mais elegantes. Por exemplo, as luzes obrigatórias podem ser luminárias, enquanto as lanternas e os outros acessórios podem servir para fins complementares. O ideal é pensar em iluminação complementar junto com a obrigatória, porque pode ocupar espaço no futuro. O melhor design é aquele que mantém o equilíbrio entre função e estética!

As divisões e as zonas de cada espaço

Um espaço pode estar dividido em diferentes ambientes. Cada área desempenha uma função específica. Se não tiver função, poderá usá-la com um objetivo estético. É necessário pensar, com antecedência, sobre qual dos espaços precisam de ter mais funções do que o resto.

Por exemplo, pode haver um local onde o objetivo vai ser apenas sentar e relaxar. Este poderia ser desenhado para ter cadeiras e uma televisão. Nesse caso, é necessário que o foco esteja mais nos requisitos de iluminação e no conforto da divisão, do que na estética. A função deve ser sempre a prioridade em zonas que terão algum uso.

Deve começar a pensar esteticamente apenas quando tiver a certeza sobre as dimensões de cada espaço.

Pense no “ponto-foco” em contraste com o espaço

Cada divisão tem aquele destaque que é grandioso. Que exige a atenção dos seus convidados. Este é o espaço que precisa de descobrir para o tornar esteticamente agradável.

Suponhamos que tem um grande salão no seu espaço e nele gostava de ter uma grande fonte de água. Primeiramente, vai precisar de estar ciente do ponto focal principal do espaço em questão: digamos que esse ponto é uma grande parede, então faça com que a fonte viva em sintonia com a parede. Nem mais nem menos.

Essas dicas vão ajudá-lo a encontrar algo viável – que seja funcional e tenha uma boa aparência. Lembre-se de que pode sempre estilizar os seus acessórios mais tarde. Mas decidir sobre o espaço estético e funcional com antecedência tornará as coisas mais fáceis quando esse momento chegar.

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