Com tradução em Portugal para “atenção plena”, o mindfulness é um conjunto de práticas e ferramentas cientificamente comprovadas que ajudam a focar no presente, sem deixar que o passado ou o futuro afetem esse processo.

O objetivo é que todos tenham uma consciência muito ativa e consigam viver de uma forma fiel aos seus pensamentos, sempre no momento presente. É a solução para quem procura começar a sentir-se bem, estar ativo, atento e focado, determinado, e a ganhar alguma agilidade na resolução de eventuais problemas que possam surgir. É viver a vida consciente do momento presente, dos sentimentos e sensações que nos rodeiam; é aproveitar bem os dias e perceber que é possível vivermos melhor.

O mindfulness na Educação

Quer a nível empresarial, na saúde ou na política, a prática do mindfulness já começa a ser notória em alguns dos setores do nosso País. Mas… e na Educação?

As escolas e os colégios assumem um papel fundamental e impactante na formação dos adultos de amanhã. É na formação que se deve investir, de modo a criar boas práticas que permitam à criança conhecer-se de uma forma leve, desenvolver boas emoções, saber o que é certo, lidar com o errado e gerir emoções menos positivas. Através de um mergulho interior, a criança começa a ganhar consciência de si, a saber relacionar-se consigo, mas também com o outro. Aliás, este saber ser reflete-se, inevitavelmente, na construção de relações interpessoais, o que  constitui um dos  aspetos fundamentais para o desenvolvimento e progresso da sociedade.

Com o aumento dos níveis de ansiedade e de stress a que os mais novos estão expostos, e acreditando na importância que estas entidades exercem no desenvolvimento da sua personalidade, penso que esta temática merece mais atenção. Aqui ficam algumas vantagens da introdução do mindfulness a nível escolar:

  1. A ansiedade e stress diminuem, e as crianças percebem, com muita consciência, o que está acontecer ao seu redor, o que querem ou não querem;
  2. Conseguem identificar as suas próprias emoções e aprendem a lidar com elas;
  3. Vivem momento a momento e são elas que escolhem como querem viver o dia a dia – mesmo tendo um acontecimento negativo, conseguem voltar ao ambiente que querem viver e sentir;
  4. Melhoram a memória e a concentração;
  5. Diminuem os impulsos e aumentam o autocontrolo;
  6. Desenvolvem habilidades naturais na resolução de conflitos, através da empatia e da compreensão dos demais;
  7. Desenvolvem valores como a generosidade sentida, o altruísmo forte, a compaixão por todos.

Estudos realizados em países da União Europeia que já adotam esta prática a nível escolar salientam que os professores expressam que o stress diminui, os atestados médicos também e têm uma sala mais produtiva, silenciosa e harmoniosa. Na esfera familiar, os pais expressam que a comunicação se torna mais fácil, possibilitando a criação de laços mais confiantes e fortes com as crianças – que ficam mais concentradas e motivadas, estabelecem objetivos e começam a perceber alguns passos necessários para conseguirem atingir o que pretendem.

Vamos formar crianças e jovens mais felizes e seguros de si mesmos prontos para a vida adulta de uma forma mais plena e consciente?

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