Longe vão os tempos em que as mulheres eram consideradas o sexo frágil.

O que muitos conideravam ser fragilidade pode ser visto como sensibilidade; a sensibilidade de conseguir gerir o tempo e equilibrar todas as responsabilidades nos papéis de profissional, esposa, mãe, cuidadora do lar e, acima de tudo, mulher.

Cláudia Vieira conhece bem essa realidade e entrou em detalhes sobre o assunto na #VozActiva de dezembro.

Veja o resultado da conversa no vídeo.

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