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1 – Tempo

Pois é, começamos pelo mais básico dos básicos, mas se fosse mesmo assim tão básico não passávamos a vida a dizer que não estamos com aquela pessoa há tanto tempo… E que tal se começarmos a dedicar mesmo algum tempo a quem precisa, seja família, amigos ou em trabalho de voluntariado?

2 – Uma carta de amor

Na era dos mailes, as cartas românticas caíram em desuso – quem é que vai mandar um mail de amor, por amor de Deus? E quem é que o vai imprimir? – o que é uma pena. Meta já mãos à obra: arranje papel de carta, borrife de perfume (como faziam as nossas avós), enfeite (se lhe apetecer e se sentir inspirada) e desabafe, declare-se, escreva tudo o que lhe vai na alma

3 – Entre no estúdio

Tem avós e tios babados na família? Pegue num gravador (ou numa câmara de filmar) e peça às suas crianças que lhe digam em directo por que é que gostam dos avós, que lhes cantem uma canção dedicada, ou que digam o que lhes aprouver sobre as pessoas em questão.

4 – Era uma vez…

Qual é o livro preferido da sua filha, da sua mãe, do seu tio? Grave-o e ofereça-lhe a versão ‘audio’. Enfim, convém que seja um livro curtinho, não é, porque se o livro da vida do Tio Armando for o ‘Guerra e Paz’, vai estar em gravações até 2012…

5 – Livrinho de Cupões

É muito divertido de fazer e ainda mais de oferecer, mas certifique-se de que está mesmo disposta a cumprir o que oferece… Reúna um conjunto de cartõezinhos onde pode escrever ou imprimir algumas ‘ofertas pessoais’ avulso, a serem utilizadas conforme a vontade do ‘ofertado’: 1 Pequeno-almoço na cama, 1 Saída à Noite, 1 Tarde a ver DVDs, 1 Filme à Tua escolha. Pode oferecer os cupões como quiser: unidos por um fio, avulso numa caixinha, expostos num quadro…

6 – A Caixa dos Abraços

Decore uma caixa qualquer a seu gosto e escreva ‘Caixa dos Abraços’. De cada vez que o ofertado a abrir, terá direito a um abraço seu. Enfim, convém oferecê-la a alguém que tenha mesmo vontade de a abraçar (e vice-versa)…

7 – Saco original

Quem tenha dotes de mãos – e não é preciso ser uma Fada do Lar – pode facilmente fazer um saco com um bocado de tecido. É só comprar as pegas numa reetrosaria (isto se não quiser fazê-las em entrançado) e acrescentar o resto a seu gosto: crochet, tricot, tecido, restos de pano.


8 – Jarros de bolinhos

Pronto, esta não é totalmente de borla, mas não se pode dizer que seja um presente caro: faça bolinhos (ou compre-os), junte alguns frascos engraçados que pode comprar em qualquer loja dos 300, e ofereça aos amigos mais gulosos. Se quiser, pode personalizar os frascos com o nome dos presenteados.


9 – Jogar a feijões

É outra ‘arte manual’ que até os menos artísticos conseguem fazer (enfim, precisam pelo menos de saber coser…). Junte algum tecido leve, tipo musselina (para o forro), outro mais grosso, um saco de feijões (secos! Não é para aproveitar os restos da feijoada do jantar!) e fabrique saquinhos de feijões que podem ser usados em quente ou em frio, para dores da cabeça, para aquecer as mãos, para dores articulares, para esganar em vez do pescoço do chefe, e basicamente para tudo e mais alguma coisa.


10 – Um dois, esquerdo direito…

Pegue num amigo que esteja a precisar de ser animado e leve-o… a experimentar uma aula de ginástica. Vão pular ao Jump, levantar pesos ao Pump, alongar no Balance. Enfim, convém não levar um amigo com artrite crónica, dores nos rins, bicos de papagaio, e que não saia do sofá há 34 anos, mas se escolher bem a cobaia, experimentar uma aula pode ser muito divertido. Com sorte, a ‘cobaia’ inscreve-se consigo e já fica com companhia para treinar no resto do ano. Mas isso é que já não é de graça…


11 – Colares de tecido misturado

Tem é que ter a chatice de rasgar às tiras algumas das suas camisas/lençóis, mas é facílimo de fazer e toda a gente gosta.


12 – Um passeio…

Parece simples? Mas quantas vezes não deu por si a dizer: “Passear? Mas passear aonde? Onde é que a tia quer ir? Ao Estoril? Mas ao Estoril fazer o quê? É que as arcadas poem-me tonta…” É que passear com o amor da sua vida é uma coisa, passear com a tia Emília é outra… Mas quantas vezes a tia Emília não está mais precisada?


13 – Um dia em que possam fazer o que quiserem

Pronto, este, como já repararam, é especial para mães/pais de família. Talvez seja o presente mais difícil de oferecer (depois de ir passear a tia Emília): durante um dia, faça como se fosse invisível. Não ralhe às crianças, não as critique, não lhes pergunte se já fizeram os trabalhos, não lhes diga: “Estás cada vez mais parecido com o teu tio Ernesto que deu em trolha!”, deixe-os comer Maltesers ao pequeno-almoço e Nestum com Mel ao jantar (e daí, talvez tenha algumas surpresas…). Claro, se quiserem atravessar a autoestrada a correr, talvez seja melhor recuperar a autoridade maternal…


14 – Um cartão personalizado

Parece pouco, mas fica muito divertido: experimente usar legendas de jornais e revistas e construa um cartão totalmente dedicado à pessoa.

15 – Pessoa numa caixa

É o presente mais fácil de fazer: pegue numa caixa (até pode ser de sapatos), cole um espelho no fundo, e escreva por cima: ‘Esta é a pessoa que eu mais amo na vida’


16 – Pedras pintadas

Pronto, esta depende do seu talento e imaginação, e também é o tipo de presente que só os pais e os avós é que costumam gostar, pelo menos até fazermos 10 anos, mas se os tiver de sobra (imaginação e talento, não os anos) pode sempre pô-los a render.


17 – Uma tarefa doméstica



Ai isto é que já não pode ser nada. Pintar um calhau inda vá, espetar um espelho numa caixa acho lindo, entrançar lençóis faz-se, agora passar uma hora a aspirar em casa do tio António? Fazer um jantar e lavar a loiça à tia Joana? Arrumar as estantes da avó Júlia? Mudar as fraldas ao Luisinho? Mas olhe que estes ‘Cupões Fada do Lar’ seriam fantasticamente apreciados, muito mais do que um ecran plasma…



18 – Crie um Mini-altar

Vá a uma casa de arte sacra e enfeire em imagens de santinhos. Depois arranje umas caixinha, umas pedras, umas flores, umas molduras umas tintas e faça uns mini-altares pessoais. Ofereça o altar de Santa Catarina à sua prima Catarina, de Santa Ana à sua avó Ana, de Santa Sofia à sua amiga Sofia. Convém é que as pessoas sejam, enfim, minimamente católicas/espirituais ou achem graça a estas coisas.


19 – A História da Família

Isto dá trabalho, mas a bem dizer não custa nada a não ser paciência, e o ofertado vai – apostamos – adorar. Então é assim: imagine que tem um amigo chamado, sei lá João Fernandes. Vá à net e investigue: o significado do nome João; de onde vem a família Fernandes; o signo, ascendente e mapa astrológico; o signo chinês e cigano; a árvore que o protege; o santo do nome; e o que mais se lembrar. Depois ‘organize’ a matéria conforme lhe apetecer e ofereça.


20 – Eu quero um…cão!

Se souber que amigo/tio/sobrinho quer desesperadamente um cão ou um gato, não tem de se arruinar – vá a um canil e adopte um animal. Não só vai para o Céu por ter salvo um animalzinho como ainda faz a felicidade de uma pessoa, e tudo isto sem gastar dinheiro. Mas atenção! Não se ponha a adoptar cães e gatos e tartarugas indescriminadamente, sem se informar primeiro junto do ofertado se é mesmo MESMO isto que ele quer, e se tem vida para ter um animal. Senão ollhe, inda se arrisca a gastar um daqueles ‘cupões de ajuda doméstica’ a limpar as gracinhas do Fiel.


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