TLK-ONLINE-USE-013_DP_0040_comp_v0703_right_Rec709.1145.jpg

Divulgação

A Activa esteve no visionamento de imprensa da versão original de O Rei Leão, remake do clássico original da Disney de 1994. E se o primeiro filme foi um sucesso estrondoso, este promete surpreender quem adorou o primeiro e ainda aumentar a legião de fãs. O filme está muito bom, com momentos de fortes emoções, comédia que leva às gargalhadas e uma história que mantém a mensagem forte. Contudo, também há alguns aspectos que ficaram aquém das expectativas, mas que, felizmente, não conseguiram prejudicar o resultado final.

Como análise geral, apresentamos-lhe 10 coisas que precisa de saber sobre este novo O Rei Leão!

(Os tópicos estão escritos com o pressuposto de que o filme original foi visto).

TLK-001_PO_0240_comp_v0301_iho_v0002_R.1200.jpg

Divulgação

1. A PRIMEIRA CENA ESTÁ IGUAL
É impossível esquecer o início de O Rei Leão. O sol nasce na savana e a música “Circle of Life” começa a tocar. Os animais parecem despertar e começam a dirigir-se a Pride Rock, onde dão as boas-vindas ao novo herdeiro do reino. Uma cena memorável e que foi reproduzida neste remake com atenção a todos os pormenores. A grande diferença é a utilização destas novas técnicas de efeitos especiais que nos fazem sentir que estamos numa savana verdadeira. Difícil é evitar os arrepios.

TLK-020_KI_0240_comp_v0596_m01_iho_v0002_R.1052.jpg

Divulgação

2. OS DETALHES SÃO IMPRESSIONANTES
Animais que parecem reais até ao momento em que começam a falar. Paisagens extraordinárias que nos fazem sentir numa savana africana. A nível visual, este filme é de cortar a respiração. A equipa de efeitos visuais está de parabéns pelo trabalho fantástico. Terminado o filme, fica a vontade de o rever para, desta segunda vez, se ter maior atenção aos detalhes, tais como a movimentação de uma juba, a variedade de penas de uma asa, a forma como a chuva escorre no pêlo, ou pela forma real dos trejeitos de cada animal.

Mufasa.jpg

3. MUFASA TORNOU-SE MAIS RÉGIO
Esta é a única personagem que volta a ter a voz original. James Earl Jones volta a interpretar o pai de Simba, o que foi a decisão mais acertada que poderia ter sido tomada. O timbre profundo do ator de 88 anos e a dicção perfeita dão a sensação de familiaridade e de reencontro de um velho amigo. Contudo, existe a sensação de que esta personagem tornou-se mais poderosa. Provavelmente devido à nova caracterização, de um leão adulto e dono de um corpo que transmite grande força física, mas também graças à sabedoria das suas palavras. Um pai extremoso, capaz de admitir as suas falhas. Um rei justo e que transmite compaixão. O exemplo de um líder perfeito.

TLK-039_SI_0391_comp_v0188_SRGB_1030.jpg

Divulgação

4. A FORÇA NO FEMININO
A savana é o domínio de um rei, mas alcateia tem a sua força no feminino. Existem vários momentos em que estas figuras se destacam e dão o exemplo, quer seja na expulsão das hienas das terras do reino, quer na forma como suportam uma provação terrível sem quebrarem o espírito. Destaque para a postura régia, forte e apaixonada de Sarabi, a mãe de Simba, que defronta Scar sem perder a postura e sem ir contra os seus princípios, algo pouco explorado no filme original. Nala tem novamente um papel de grande importância na trama, provando que é uma leoa determinada e que tem o poder necessário para elevar um rei.

TLK-O_030_SE_0180_v1524_x1226_v2.1001.jpg

Divulgação

5. EMOÇÕES INTENSAS
Sim, já sabemos que vão haver momentos que vão ser mais fortes. Ainda assim, avisamos que as lágrimas podem teimar em cair quando estes finalmente acontecem. A cena do desfiladeiro fica mais longa e, apesar de já conhecermos o desfecho, é complicado não desejar o contrário e conter as emoções quando o inevitável acontece. A perseguição no cemitério de elefantes, a jornada de Simba até encontrar Timon e Pumba, assim como confronto final revelam maior ação. Já o momento no Oásis, quando Rafiki leva Simba para o lago à noite, está muito bonito e toca o coração. Todas estas cenas são apresentadas de forma diferente do filme original, mas todas transmitem a mesma mensagem. Podemos gostar mais ou menos destas decisões, mas não conseguimos é ficar indiferentes às emoções.

036_HM_0250_comp_v0494_right_iho_comp_v0008.1216.jpg

Divulgação

6. GARGALHADAS GARANTIDAS
O elemento cómico mantém-se! Quer pelas situações vividas quer pelos diálogos. Claro que a dupla Timon e Pumba continua a ser a responsável por muitos destes momentos. Seth Rogen e Billy Eicher desempenharam bem os papéis do javali e da suricata mais divertidos do cinema. Também Donald Glover, que dá a voz a Simba, surpreende ao passar de registos mais pesados para os mais leves e animados.
Destaque ainda para John Oliver, que mantém o registo formal e algo britânico de Zazu, a fazer lembrar as formalidades de uma família real num registo exagerado e cómico.

TLK-049_YF_0022_comp_v0148_iho_v0002_R.1139.jpg

Divulgação

7. REFERÊNCIAS DIFERENTES
Qualquer fã do filme original tem em mente muitas referências divertidas de O Rei Leão. Contudo, muitas delas não passaram para este remake. Percebe-se que tal pode ter sido motivado para imprimir um cunho mais real à vida da savana, não introduzindo elementos de fora desse espaço. Ainda assim, fica a sensação de que falta algo. Contudo, foram criadas novas referências, que dão um cunho diferente a esta adaptação. Se são melhores ou piores, tudo depende do gosto de cada um. Adiantamos que uma delas é de um outro filme bem conhecido da Disney que já teve direito a um remake em live-action. E mais não contamos.

8. A BANDA-SONORA
Não estamos a falar das músicas mais conhecidas, pois ainda vai haver espaço para abordarmos esse assunto. Aqui abordamos as melodias que intensificam os momentos e tornam tudo ainda mais arrepiante. Hans Zimmer, o prestigiado compositor alemão, volta a pegar nesta obra que foi tão elogiada em 1994. Contudo, um novo trabalho é feito. O compositor pegou nos temas marcantes desta história e deu-lhe uma nova roupagem. Existem diferenças ténues, de forma a dar uma nova vida a estas músicas, mas sem que elas percam a sua essência. A sensação de novo confunde-se com o vínculo que já existe com os fãs destes temas.

9. A NOSTALGIA DAS MÚSICAS, A APRESENTAÇÃO DE NOVAS E A SENSAÇÃO DE ESTRANHEZA
Cuidado! Vai haver dificuldade em não acompanhar cada música em pleno cinema. Desde que o “Circle of Life” começa até ao divertido “Hakuna Matata”, será complicado manter os lábios cerrados e o corpo sem movimento. É ótimo revisitar estes temas já tão nossos conhecidos, apesar das variações. Alguns têm modificações mínimas, que não incomodam, mas há um particular que ficou aquém do desejado devido à forma diferente como foi tratado. “Be Prepared!”, o tema com que Scar apresenta o seu plano de vingança com as hienas, sempre foi considerada uma das músicas de vilões mais bem conseguidas. Contudo, neste filme, sente-se a falta da força deste grito de guerra e o espectador fica a desejar por mais.
Foi introduzido uma música nova para este remake, “Spirit”, pela voz de Beyoncé Knowles. Percebe-se a necessidade de darem mais espaço à cantora que empresta a voz a Nala, mas o tema em si parece desnecessário, até porque não se enquadra bem no plano geral musical. Dá a ideia mais de obrigação, uma vez que nada acrescenta ou melhora.
Em compensação, foi ótimo terem incluído “The Lion Sleeps Tonight”, cantado por Timom e Pumba e que apenas surgia num extra em algumas edições especiais do filme original. Faz sentido, é divertido e provoca uma boa transição na cena em questão.

Foto.jpg_cmyk.jpg

Divulgação

10. VOZES DE LUXO
Para a versão original deste filme, foi escolhido um elenco de grande estrelas. Donald Glover no papel de Simba, Beyoncé Knowles-Carter no de Nala, James Earl Jones interpreta Mufasa, Chiwetel Ejiofor é Scar, Seth Rogen assume o papel de Pumba e Billy Eichner é Timon. Estes são apenas alguns exemplo dos atores eleitos para o trabalho de dar uma nova vida a uma história tão amada. É ótimo ver a representatividade africana, e isso sente-se nos diálogos. Contudo, a edição desses momentos por vezes está algo lenta, o que tira a naturalidade do discurso. Mas, no geral, está um trabalho que merece um forte aplauso.

Mais no portal

Celebridades

Simon Cowell no hospital após acidente de bicicleta

O jurado do 'America´s Got Talent' está no hospital.

Lifestyle

Unique Sushi Lab: onde comer é sempre uma (boa) surpresa

O restaurante que os amantes de sushi têm de conhecer e que ér capaz de converter mesmo os mais desconfiados em fãs da culinária japonesa. A culpa é do chef Johnny Keep.

Moda

"Eco friendly', portuguesa e trendy: esta é a marca de denim que tem de conhecer

A loja online da My Fair by Just.O disponibiliza ainda alguns best sellers da coleção primavera-verão de 2020, como o Curry Hoddie ou o camisolão oversized.

Beleza e Saúde

Aprenda a recriar esta maquilhagem perfeita para um "date" de verão

Na rubrica Beauty Spot desta semana, partilho o tutorial de um visual simples para um encontro romântico.

Beleza e Saúde

#ActivaEmCasa. O treino da semana do CrossFit Cais

Mais uma segunda-feira, mais um circuito de exercícios preparado pela personal trainer Susana Carromeu.

Moda

10 artigos da Zara que vão arrasar em qualquer destino de férias

Estes visuais prontos a usar prometem fazer furor nos seus dias de descanso.

Moda

Encontrámos as Havaianas perfeitas para dar brilho ao verão

Se é fã da famosa marca brasileira e gosta de dar um toque de brilho a tudo o que faz, vai delirar com esta novidade.

Lifestyle

6 dicas para viajar de carro tranquilamente com crianças

"Estou com fome! Quanto chegamos? Preciso de fazer xixi!" Viajar com crianças durante um longo período de tempo pode ser um verdadeiro pesadelo.

Beleza e Saúde

Afinal, o que é uma "depressão de baixo grau"?

Recentemente, Michelle Obama fez um desabafo sobre a sua saúde mental. Entenda o que se passa com a antiga Primeira-dama dos Estados Unidos.

Celebridades

Michelle Obama admite que sofre de uma "depressão de baixo grau"

A pandemia aliada a todo o clima de tensão que se vive nos Estados Unidos afetou a saúde mental da antiga Primeira-dama do país.

Celebridades

Daisy Coleman, de documentário da Netflix sobre abuso sexual, morre aos 23 anos

O caso da jovem, que se tornou uma defensora das vítimas de violação, é retratado numa série documental do serviço de streaming.

Lifestyle

Estes podem ser os motivos para continuarmos a ver filmes para adolescentes

Sim, tenho mais de 30 anos e por vezes vejo (e revejo) filmes com histórias para adolescentes. Mas sei que não sou a única!

€2,95 por edição 20% desconto  

Assine já!

Papel