Há um novo espaço em Lisboa, com assinatura do Grupo Capricciosa, que a sua personalidade própria como novo elemento da família. Chama-se Sellva e abriu na Rua Mouzinho da Silveira, pronto para receber sete dias por semana, de manhã, à tarde e à noite. E se a inspiração dos pratos é dos cinco cantos do mundo, o conceito é comer de forma saudável, mas sem fundamentalismos, fugindo aos alimentos processados e aos açúcares refinados, mas criando um menu que faz carnívoros e vegetarianos sentir-se em casa (ou na selva…).

No nosso caso, fomos experimentar o brunch e saímos convencidos (e derretidos) com o que veio para a mesa. No caso dos sumos, foi difícil escolher entre os naturais, sumos detox e smoothies, que combinam frutas e vegetais. Escolhemos o Mogli, com abacaxi, manga, lima, morango e manjericão (4 euros) e seguimos para a taça de fruta (7 euros) e o iogurte de coco bio com compota de frutos vermelhos (7 euros). Seguimos para as panquecas de ricota com banana e maple syrup (7 euros), existindo ainda a opção com nutella do Sellva e frutos vermelhos ou com compota de frutos vermelhos e manteiga de amendoim (ambas a 7 euros). No caso dos ovos, pode-se escolher com base de pão biológico, sem glúten ou com batata doce. Experimentámos os escalfados com creme de abacate e molho holandês (8 euros) e petiscámos os com salmão fumado, abacate e caju (8 euros).

Quem optar pelos pratos principais, tem opções das mais diversas inspirações, desde as Bowls – Veggie (11 euros), Médio Oriente (11 euros) e Brazil (13 euros) -, o Burrito de frango (9 euros), o Tártaro de atum (13 euros), o Risotto de beterraba e cogumelos (11 euros) e o Tataki de atum (13 euros), entre outros.

O lado doce não está esquecido, mas com atenção à quantidade de açúcar: pode escolher um Healthy Brownie de chocolate e amendoim com gelado de alfarroba e amêndoa (5 euros), o Cheesecake de iogurte com frutos vermelhos (6 euros) e a Espuma de coco, sorbet de manga e granola (5 euros).

A decoração, com a assinatura do Atelier Anahory Almeida, inspirada em tons quentes e apontamentos naturais, remete-nos para um ambiente reconfortante e acolhedor. O toque ilustrativo das paredes ficou a cargo da artista Henriette Arcelin, que se inspirou no exotismo da fauna e flora selvagens, desafiando quem aqui entra a viajar por selvas tropicais e savanas.

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