Acabou a espera para os fãs de “Unsolved Mysteries”, da Netflix.

O segundo volume de documentários sobre crimes reais chegou à plataforma de streaming nesta segunda-feira, 19 de outubro, e levanta o véu sobre seis novos casos com muitas pontas soltas, que, de uma forma ou de outra, ficaram por resolver.

“O que levou à morte de um especialista em política muito respeitado? Será que a morte de uma mulher não identificada em Oslo, na Noruega, faz parte de uma operação dos serviços secretos? A perda repentina de vidas no tsunami do Japão de 2011 resultou em encontros sobrenaturais?” lê-se na sinopse da nova temporada.

Os Casos

O primeiro episódio, “Assassinato em Washington”, explora a morte de John “Jack” Wheeler, um ex-assessor da Casa Branca, cujo corpo foi encontrado num aterro em 2010. As imagens de vigilância captaram estranhos acontecimentos nos dias que antecederam a morte.

“Morte em Oslo” foca-se numa mulher que foi encontrada morta num quarto de hotel na Noruega, bem como na investigação para identificá-la. “Fugitivo do Corredor da Morte” conta a história de Lester Eubanks, que foi condenado à prisão por violação e tentativa de homicídio. Fugiu da cadeia em 1973 e conseguiu enganar a polícia durante quase 50 anos.

“Os Fantasmas do Tsunami” dá voz aos residentes de Ishinomaki que dizem ter visto espíritos depois de uma catástrofe natural ter arrasado a cidade japonesa, em março de 2011. “A Mulher do Lago” contextualiza a morte de JoAnn Romain, que foi encontrada sem vida num lago, aparentemente, após ter posto fim à própria vida. A família acredita que se trata de um homicídio. Por fim, “Crianças Desaparecidas” investiga o desaparecimento de dois meninos, separados por alguns meses no ano de 1989, no mesmo parque em Nova Iorque.

Impacto Real

A versão original de “Unsolved Mysteries”, que estriou no canal NBC em 1987, foi um dos programas com maior longevidade da televisão americana. E não era apenas entretenimento. Os telespetadores ajudavam ao partilhar informações – e os resultados estão à vista.

Em mais de 1300 mistérios apresentados em 230 episódios, metade dos casos de fugitivos procurados foram resolvidos; mais de 100 famílias reuniram-se com entes queridos desaparecidos; e sete pessoas que foram injustamente condenadas foram inocentadas e libertadas, lê-se no site da Netflix.

A nova versão da plataforma convida o público a fazer o mesmo, sendo possível deixar informações sobre qualquer um dos casos através de um formulário online.

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