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Um homem chamado Manuel Lamosa imaginou um mundo diferente e o seu desejo de ir mais além concretizou-se.

Em 1986, sentiu a necessidade de criar o seu primeiro par de jeans, para se destacar dos amigos numa festa. Para tal, recorreu à ajuda e ao conhecimento dos tios, que eram alfaiates, e assim nasceu um sonho: o de criar jeans.

Em busca de mais conhecimento, Manuel começou a trabalhar com costureiras e alfaiates, usando os melhores tecidos e aprendendo as técnicas dos artesãos mais notáveis, viajou pelo mundo e voltou mais inspirado do que nunca, apresentando uma marca de luxo atemporal de jeans em 2016: a Aly John.

No ateliê da marca, a equipa jovem e criativa trabalha com o melhor denim cru do mundo e as peças resultam da combinação de técnicas tradicionais com inovação criativa.

Acha que foi necessário viajar pelo mundo para tentar compreender a essência de trabalhar com os melhores materiais e produzir qualidade?
Viajar será sempre uma mais valia, levamos uma bagagem e trazemos duas. Aprende-se sobre novas culturas, outros métodos de trabalho. Já visitei imensos países: Espanha, França, Inglaterra, Tailândia, Angola, Moçambique, mas foi Itália o que mais me marcou. Lá tive a oportunidade de ver grandes costureiros em ação, isso fez-me crescer como profissional e respeitar ainda mais a arte da costura. Viajar tornou-se necessário para compreender a essência de trabalhar com os melhores materiais e produzir qualidade, porque só assim pude valorizar, ainda mais, o que se faz cá. A ‘mão portuguesa’ destaca-se pela costura muito mais sincera, mais dedicada, mais humana. Os detalhes são sempre tidos em atenção, não escapa nada. Aqui produz-se com a melhor qualidade, disso não tenho dúvidas.


Por quê a ganga e não outro material?
Quando vesti o meu primeiro par de jeans, ainda poucos se comercializavam em Portugal, meados do ano de 1974. Os que havia eram básicos, sempre com o mesmo fiting e corte. E eu queria mais. Pedi ajuda a dois tios alfaiates, para que me ajudassem a costurar um par de jeans só meus. Nesse dia apaixonei-me pela arte de fazer calças de ganga, até hoje. Já lá vão trinta anos.

Como conseguiu com que a marca tivesse tanta procura?
A procura foi consequência de um trabalho contínuo e dedicado de toda a equipa. Toda a equipa acredita neste projeto e sabe que a qualidade dos nossos jeans é inquestionável. Inevitavelmente passamos essa paixão a toda a gente que acompanha o percurso da marca.

Trata-se de uma marca que pretende expandir os produtos portugueses e fazer com que os portugueses se identifiquem através do vestuário?
A internacionalização é um caminho que se faz longo, precisa ser estudado e bem equacionado, mas claro que faz parte da nossa estratégia. Até porque consideramos que os nossos jeans estão à altura de algumas marcas de referencia. A pré-disposição para a aquisição de produtos de valor acrescentado está a mudar radicalmente e o produto português também tem o seu prestigio e valor lá fora.

Perspectivas para o futuro, quais são?
O futuro passa por continuar a investir no reconhecimento da marca. No entanto queremos apostar na otimização da nossa plataforma de vendas, a customização online é o futuro. Podemos também adiantar que o lançamento de peças para o público masculino está a ser ponderado.

Como define a marca Aly John?
Há três palavras que nos definem: qualidade, intemporalidade e fitting. Ao focarmo-nos nestes objetivos conseguimos dar resposta às três maiores exigências do público feminino. Peças de qualidade, que se revelem num bom investimento para o futuro. Peças confortáveis que funcionem como uma segunda pele. Peças que sobrevivem à mudança, que se tornem ícones, peças imortais.

Qual é a influência da ganga no corpo e vestuário da mulher?
No corpo: O denim tem o poder de modelar o corpo da mulher, quando bem manuseado. O tempo que investimos a estudar o corte e fiting de uma peça torna-se crucial para confecionar os jeans perfeitos.
No vestuário: A ganga é bastante versátil, acompanha facilmente a construção de um look clássico ou casual. Tornando-se o protagonista do guarda roupa de qualquer mulher. Acreditamos que os nossos jeans funcionam como uma segunda pele, porque são confortáveis, intemporais e modelam a silhueta da mulher.

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