A moda dos sumos verdes já chegou há algum tempo, mas eu decidi manter-me fiel à máxima “mais vale tarde que nunca” e só experimentei agora. Afinal, o que conta é a intenção – e, entretanto, os legumes e frutas não foram a lado nenhum. Sorte a minha!

O desafio desta semana foi beber um sumo verde diferente todas as manhãs, em jejum, durante cinco dias seguidos. Mas nem tudo correu como planeado. Desde a TPM que decidiu dizer um “oi”, ao momento em que pintei o teto da cozinha de verde, houve de tudo.

#Dia 1

Comecei o dia motivada para dar início a este desafio. Optei por juntar uma rodela de abacaxi, um kiwi, espinafres, sementes de linhaça e um pouco de água. O sabor surpreendeu-me bastante (pela positiva). Contudo, a acidez desta junção de ingredientes fez com que ficasse com alguma azia ao longo do dia.

#Dia 2

No segundo dia, juntei uma rodela de abacaxi com uma maçã, sementes de chia, canela, espinafres e água. De todos, foi o que menos gostei. O sabor não foi propriamente a minha praia, e a textura também não. Mas o copo ficou limpinho. Fiel até ao fim!

#Dia 3

Outra vez abacaxi – aliás, não comia há tanto tempo esta fruta, que é uma das minhas preferidas, que a incluí em todos os sumos. Juntei-lhe uma fatia de melão, 3 rodelas finas de curgete, sementes de cânhamo, espinafres e água.

Adorei o sabor! Tive receio de não fazer bem a digestão do melão mas correu tudo bem. Ou quase tudo. No final, notei alguns grumos e decidi triturar mais uns segundos…sem tampa. Imaginam o resultado? O que era branco na minha cozinha, virou verde. Teto incluído!

#Dia 4

Abacaxi, 1/4 de abacate, espinafres, agrião, sementes de abóbora e água: eis os ingredientes do sumo do quarto dia de experiência. Gostei bastante da textura (nada bate a cremosidade do abacate), mas arrependi-me de ter colocado agrião. O sabor deste “verde” foi o que mais sobressaiu no sumo. Vamos aprendendo, não é?

#Dia 5

Confesso que, aqui, já estava um pouco farta de lavar a liquidificadora todos os dias e de preparar os ingredientes quando ainda mal abria os olhos. E foi por isso mesmo que este dia teve o mesmo sabor de uma sexta-feira, após uma semana intensa de trabalho.

Juntei uma rodela de ananás, um pouco de curgete, uma cenoura pequena, espinafres e sementes de cânhamo. Gostei muito do sabor mas ficou com bastantes grumos – e nem triturá-lo mais uns segundos (desta vez, com tampa) ajudou.

E resultados?

Como vos disse inicialmente, houve um grande obstáculo. Comecei esta experiência a uma sexta-feira e, no dia seguinte, menstruei. E tudo seria um mar de rosas se a minha TPM fosse carinhosa e eu não costumasse ter dores fortíssimas ou fazer alguma retenção de líquidos. Mas sofro destes males.

Isto para dizer que, no segundo e terceiro dias da experiência, estive inchada como nunca costumo estar, desde a barriga às pernas, e, por isso, não foram muito representativos dos resultados de que gostaria de vos falar.

Apesar de tudo, este imprevisto (sim, porque não sou a mulher mais “certinha” no que à menstruação diz respeito) fez-me mudar a minha perspetiva acerca do desafio. Já que o realizei num período “atípico”, decidi perceber se os sumos me ajudaram de alguma forma, em comparação com meses em que não os bebi.

Por norma, tenho sempre muita fome na altura em que me está para vir o período. Há sempre um ou dois dias em que me apetece atacar o frigorífico de 5 em 5 minutos. Desta vez, não senti isso. Beber os sumos de manhã acabou por, de alguma forma, “equilibrar” o meu apetite ao longo do dia. Na verdade, senti-me sempre bastante saciada e só tomei um pequeno-almoço leve algum tempo depois de os beber.

Além disto, o que posso dizer foi que notei um menor número de borbulhas. Na fase em que as minhas hormonas decidem fazer uma festa sem a minha permissão, costumam sempre aparecer-me algumas indesejadas no rosto, nas zonas mais inconvenientes. Este mês, surgiu-me uma (talvez duas), na testa.

Aquilo em que falhei? Não fui comprar pilhas para a minha balança, por isso não posso falar em números. O que me serve de consolo é pensar que o mais provável é que não fizesse diferença – afinal, este não é o mais amigável dos objetos para todas as mulheres que se encontram naquela altura do mês.

Contem-nos, nas redes sociais, as vossas experiências com sumos deste género, utilizem a hashtag #cartabranca, identifiquem a ACTIVA e, na próxima quinta-feira, cá estarei para vos contar novas peripécias. Bom feriado e até lá!

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