Dizem que devemos sair da nossa zona de conforto, certo? Pois bem, foi isso que fiz no desafio desta semana. Spoiler alert: tive #cartabranca para regressar ao ginásio. Sempre, claro, acompanhada da minha ansiedade, que, por sua vez, tem tendência a andar de mãos dadas com uma leve hipocondria.

Mas vamos ao contexto! Eu fui uma daquelas pessoas irritantes que conseguiu treinar durante a quarentena. E se há coisa que sempre disse que não conseguia fazer era exercício em casa. Como assim havia pessoas organizadas, plenas e com motivação para levantar o rabo do sofá, quando não tinham uma mensalidade a sair da conta todos os meses?

Ora, com o ginásio fechado, vi-me obrigada a mudar de perspetiva. As primeiras duas semanas de quarentena foram calmas, mas, nas seguintes, ganhei uma rotina. E posso dizer que foi das melhores coisas que fiz! A sensação pós-treino foi uma verdadeira salvação em período de isolamento – e ver os resultados da minha dedicação também.

Entretanto, os ginásios abriram – e eu não fiz questão de sair do conforto da minha casa. Porém, o meu namorado voltou a inscrever-se. Escusado será dizer que este foi o pontapé de saída para eu também regressar. E foi esse mesmo o meu desafio: sair da minha “bolha” e confiar nas medidas de segurança que estão a ser tomadas.

O que mudou

Ora bem, este foi, claro, um regresso atípico. Agora, somos obrigados a usar uma aplicação para marcar a hora ou aula que queremos frequentar. Pessoalmente, só uso as máquinas e, como tal, tenho somente de ver quantas vagas ainda estão disponíveis no horário que mais me convém e reservar.

Tenho a sorte de morar perto do ginásio e o meu aquecimento é a caminhada de cinco minutos que faço até lá. Nesta altura, acompanhada de uma máscara e desinfetante. É-nos também pedido que desinfetemos os sapatos num tapete, à entrada, e que os troquemos em seguida. Antes de entrar para os balneários, é ainda medida a temperatura.

Janelas abertas, muitas máquinas inativas, quadrados marcados com fitas no chão, desinfetantes de superfícies e de mãos, papel e notas a pedir para os equipamentos serem limpos antes e depois do uso: eis o cenário. Durante o treino, não é obrigatório o uso de máscara. Porém, assim que termina, é hora de a colocar novamente.

Se me senti segura? Posso dizer que sim. Obviamente, nesta altura, temos sempre o bichinho atrás da orelha. Pelo menos, eu tenho. Contudo, se a questão for: “Estão a ser tomadas todas as medidas?“, então a resposta é “sem dúvida“. E, no final de contas, os benefícios de sair da zona de conforto pesam sempre mais na balança.

E vocês, como se têm adaptado à nova realidade? Partilhem connosco, pelas redes sociais, identifiquem a ACTIVA, utilizem a hashtag #cartabranca e mantenham-se em segurança. Voltamos a falar na próxima quinta-feira. Boa semana!

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