Mais uma quinta-feira, mais um desafio #cartabranca. Desta vez, envolve comida – o que me deixa muito feliz. Decidi experimentar uma receita saudável que estava na minha lista mental de desejos (talvez deva passá-la para o papel) há bastante tempo. Na verdade, não sei porque ainda não a tinha feito, já que é tão simples.

Falo-vos do Pudim de Chia, do qual tanto ouvimos falar nos últimos tempos. Saudável, de fácil preparação e muito saciante, diz-se. Mas coloquemos os pontos nos i’s. Segundo a nutricionista Tatiana Zanin, a chia é considerada um superalimento, com propriedades como “a melhora do trânsito intestinal, melhora do colesterol e até diminuição do apetite“.

Será mesmo assim? Foi isso que tentei perceber. Quanto ao colesterol, não vos sei dizer, mas relatarei a minha experiência, no que toca aos dois outros tópicos. Primeiro, escolher a receita revelou-se “O” desafio. Com tantas opções na internet, fiquei sem saber qual a melhor. E, na dúvida, decidi ficar-me pela mais simples.

Ora, em contacto com líquidos, a chia cria uma espécie de gel – daí o nome pudim. Por isso, bastou-me juntar 3 colheres de sopa mal cheias da semente com cerca de 200 ml de bebida vegetal de amêndoa. Como não sabia como ficaria o sabor, adicionei ainda um pouco de canela. Misturei tudo e deixei no frigorífico antes de ir dormir.

Primeira impressão ao acordar: “algo correu terrivelmente mal!“. Assim que coloquei a colher no “pudim”, ele estava meio líquido. Fui à internet e percebi que, afinal, é normal. O nome desta receita só serve para nos enganar – fica o aviso. A consistência é meio gelatinosa, após mexer, mas não se parece à do pudim (a menos que a receita envolva outros ingredientes).

Bom, quanto ao sabor, fiquei surpreendida. A canela acabou por dar um gosto interessante, mas sem anular de todo a bebida de amêndoa – todos os sabores se misturaram na perfeição. Quanto à textura, embora diferente do que estou habituada, também não me desagradou. Daria, ao conjunto destes fatores, um 7/10.

Mas vamos ao essencial: é assim tão saciante? Admito que as minhas expectativas estavam altas e queria dizer-vos que fiquei, no mínimo, 3 horas sem fome. Mas não. Acabei de comer às 10h45 e, cerca de uma hora depois, deu-me aquela vontade de “trincar alguma coisa”. Ignorei-a, porque queria perceber se era, de facto, fome, ou somente gula. Aguentei-me até às 13h.

Ou seja, acabei por conseguir ficar mais de duas horas sem comer nada, depois de um pequeno-almoço com apenas dois ingredientes. Diria que até foi uma missão sucedida. Contudo, creio que, se não fosse este desafio, teria ido comer mais qualquer coisa antes do almoço. Talvez o truque seja optar por uma receita ainda mais completa, que envolva iogurte ou fruta, como esta.

Quanto à melhora do trânsito intestinal, digo que sim, funciona. E não preciso de entrar em detalhes, certo? Já experimentaram esta (ou uma semelhante) receita? Contem-nos, nas redes sociais, identfiquem a ACTIVA e utilizem a hashtag #cartabranca. Até para a semana!

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