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Não sei se já reparou, mas o paradigma e as tendências ao nível da valorização dos profissionais no mercado de trabalho estão a mudar. E ainda bem!

Hoje em dia, as empresas valorizam cada vez mais as competências/capacidades de cada um, em detrimento do chamado “canudo”. A verdade é que a existência de um diploma pode abrir portas mais facilmente, mas não é necessariamente algo que nos ajude a progredir na nossa carreira profissional e na nossa vida. E aqui posso começar a levar com “ovos da Páscoa” em cima, estou preparada para isso, porque sei que a grande maioria das mentalidades ainda se encontram demasiado presas à valorização do diploma. Não me interpretem mal! O diploma é importante, como referi.

No entanto, mais do que “saber saber”, há que “saber fazer”, e é aqui que as pessoas com potencial de sucesso se destacam das outras que somente conseguem obter resultados medíocres. E… desculpem-me a palavra, talvez um pouco violenta: medíocre. Sim, muitas pessoas optam pela mediocridade a vida toda, simplesmente porque insistem em não se desafiarem e não evoluírem no âmbito do conhecimento. Estas pessoas são aquelas que pensam muitas vezes “não vou aprender isto ou aquilo porque é muito caro”; “não vou comprar este livro ou participar em determinado seminário porque são caríssimos” ou “não tenho tempo para aprender sobre isto”. E, desta forma, decidem ficar exatamente onde estão: no âmbito da mediocridade. São pessoas geralmente infelizes, mas conformadas, e assim nada fazem por seguir os seus sonhos e por chegarem onde mais desejam nas suas vidas.

O nosso melhor investimento não passa pela compra de ações na bolsa, e não passa também necessariamente pela aquisição de imóveis (perdoem-me os meus queridos clientes do setor imobiliário!). O nosso melhor e mais inteligente investimento é em nós mesmos(as), na nossa educação e no desenvolvimento de competências. E mais ainda: no desenvolvimento de uma atitude de coragem, de entrada em ação, rumo à implementação do conhecimento que vamos adquirindo. Por várias vezes digo que o conhecimento não vale de nada se não for colocado em prática. E é aqui que entram também as “soft skills”…

Já por várias vezes escrevi sobre as chamadas “soft skills”, que também se adequam em muito com o tema desta crónica. Mais do que ter competências técnicas, as empresas valorizam muito as competências comportamentais: a comunicação, a gestão do tempo e do stress, a priorização, a autoliderança, a criatividade, o espírito de iniciativa, entre outros.

De que forma podemos então investir no desenvolvimento das nossas competências? Seguem algumas dicas muito simples:

  1. Desafie a sua mente, através da aquisição dos chamados “provocadores de ideias”. Ou seja: crie o hábito de ler pelo menos um livro por mês, sobre um tema que represente uma saída da zona de conforto. Pode ser livro ou revista, desde que nos obriguem a pensar de outra forma, e a considerar outros pontos de vista.

  2. Hoje em dia existe bastante conteúdo de interesse online, há somente que saber escolher a que profissional ou a que tema vai dedicar o seu tempo. Pesquise as tendências, e aprenda sobre elas.

  3. À medida que vai aprendendo, obrigue-se a colocar em prática essas aprendizagens. Caso contrário, será uma perda de tempo, acredite em mim!

  4. Prática e repetição. Esta é a chave para adquirir uma nova competência. Não nascemos ensinados/as e por isso devemos insistir na prática de algo, caso desejemos ter um bom desempenho nessa nova área / tema. Persistência!

Termino a crónica tal como comecei: as exigências das pessoas e do mercado estão a mudar. Invista em si, na sua evolução, e com certeza que estará no caminho certo. Estou deste lado! Obrigada pela confiança.

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