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2/3 das mulheres não sentem dores no peito antes de um ataque cardíaco

Os sintomas diferem entre homens e mulheres.

Activa.pt

AndreaObzerova

A dor no peito e o formigueiro - sobretudo do lado esquerdo do corpo - são dois dos principais sintomas de um ataque cardíaco. Contudo, existem outros sinais de alarmes e podem ser diferentes entre homens e mulheres. De acordo com C. Noel Bairey Merz, diretor do Barbra Streisand Women's Heart Center, em Los Angeles, "Dois terços das mulheres terão sintomas de ataque cardíaco atípicos, diferentes dos que vemos retratados em Hollywood". Saiba quais os sinais aos quais deve estar atenta:

1 - Tonturas. A maioria dos ataques cardíacos não nos leva a uma perda de consciência súbita, mas o facto de o fluxo sanguíneo ser reduzido pode causar uma sensação de tontura.

2 - Dores fortes na parte superior do corpo. A dor proveniente do coração pode alastrar-se para as costas, ombros, braços, pescoço ou maxilar. Como se um elefante se sentasse nas suas costas - é assim que algumas mulheres definem o desconforto.

3 - Cansaço extremo. Este é um sintoma que pode chegar com cerca de uma semana ou mesmo um mês de antecedência. Se o seu cansaço for muito forte e não conseguir identificar uma causa óbvia, deverá procurar um médico.

4 - Suar demasiado. A iminência de um ataque cardíaco pode levar a este sintoma, devido a uma ativação do sistema nervoso. Se está na menopausa ou acabou de fazer exercício, este sintoma não é alarmante. Caso contrário, poderá ser necessária ajuda.

5 - Náuseas. Este é um dos sintomas que as mulheres têm mais probabilidades de sentir, em comparação com os homens. Se sente constantemente náuseas, sem as conseguir associar a algum tipo de alimento, é altura de procurar saber qual a causa junto de um médico.

6 - Falta de ar. O facto de as atividades que habitualmente realiza com facilidade, de repente se tornarem extremamente cansativas, podendo mesmo resultar em faltas de ar, pode ser um dos sinais de alarme.

Note-se que cada um destes sintomas pode ter outras causas menos graves, pelo que o aconselhamento médico é sempre a melhor opção.

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