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O stress e a “fast food” andam de mãos dadas. Quando as pessoas estão sob pressão, muitas vezes, desejam gordura e hidratos de carbono, e dirigem-se ao drive-through mais próximo sem pensar duas vezes. Isto verifica-se especialmente entre mães stressadas e com baixos rendimentos.

Recentemente, um novo estudo tentou perceber como é que estas mulheres seriam capazes de lidar com o stress se recebessem dicas de outras mães. O programa de 16 semanas tinha como objetivo prevenir o aumento de peso através da promoção do controlo do stress, de uma alimentação saudável e da prática de exercício físico.

As 338 voluntárias recrutadas pela agência americana Special Supplemental Nutrition Program for Women, Infants, and Children (WIC, na sigla inglesa) tinham entre 18 e 39 anos. Todas estavam acima do peso e conviviam com desafios diários como, por exemplo, instabilidade nos relacionamentos, mudanças de casa frequentes e vizinhanças muito movimentadas. Para além disso, moravam com crianças pequenas.

Durante a pesquisa, 212 participantes assistiram a 10 vídeos nos quais outras mulheres lhes deram conselhos não solicitados sobre alimentação saudável, preparação de alimentos, como controlar o stress e ser fisicamente ativo. Os especialistas concluíram que os elementos que foram alvo desta intervenção conseguiram reduzir a perceção de stress, o que resultou numa associação a um menor consumo de alimentos ricos em gordura, incluindo “fast food”.

Foi registada uma redução de quase 7% na frequência com que estas mulheres comiam alimentos ricos em gordura comparativamente às restantes colegas, que só receberam materiais impressos sobre mudanças de estilo de vida.

“Aumentámos a conscientização sobre os fatores stressantes nas suas vidas e, infelizmente, muitos desses problemas estão fora do seu controlo. Portanto, ensinámos-lhes formas de controlarem as emoções negativas e demos-lhes a confiança para olharem para o futuro”, comenta Mei-Wei Chang, a autora principal do estudo.

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