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Elas podem ser a tendência millennial da vez mas, afinal, ter plantas em casa faz muito mais por nós do que embelezar divisões. Isto de acordo com um estudo da Universidade de Harvard, que durou oito anos. 

Os investigadores analisaram mulheres que viviam em habitações repletas de plantas, tendo comparado o estado de saúde destas participantes com o de outras que dispensavam a jardinagem. As conclusões dizem que as voluntárias do primeiro grupo não só têm uma esperança de vida mais longa, mas também são mais felizes.

Ficámos surpresos ao observar ligações tão fortes entre o aumento da exposição a plantas e menores taxas de mortalidade”, afirmou Peter James, investigador do Departamento de Epidemiologia da Harvard Chan School. “Ficámos ainda mais surpresos ao encontrar evidências de que uma grande proporção dos aparentes benefícios de altos níveis de vegetação parecem estar ligados à melhoria da saúde mental”.

Embora criar uma selva urbana em casa não seja exatamente o mesmo que estar perto de uma vegetação natural ao ar livre, os benefícios mantêm-se. De sublinhar que, ao longo dos anos, vários estudos descobriram muitos aspetos positivos associados à botânica de interiores, incluindo, mas não se limitando a, redução do stress, melhoria na qualidade do ar e mudanças positivas na atividade elétrica do cérebro, tensão muscular e atividade cardíaca

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